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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

GOTA - Photo by Gatto

DRINK - MOJITO

O mojito é refrescante e perfeito para aquele bate-papo depois do jantar.

O Mojito nasceu no fim dos anos 1930, em um pequeno café-restaurante em Havana, Cuba. O lugar se chamava Bodeguita del Medio, situado perto da catedral, na Calle Emperado. Ali, ele encontrou seu maior fã, o escritor Ernest Hemingway, antes de conquistar as grandes estrelas do cinema, como Marlene Dietrich, Gary Cooper e Sophia Loren.

Ingredientes:
2/3 de rum branco
1/3 de suco de limão
2 colheres (café) de açúcar
16 folhas de hortelã
cubos de gelo
club soda
angostura (opcional)
torrões de açúcar (opcional)

Preparo:
Em um copo alto coloque o suco de limão e o açúcar, acrescente 10 folhas de hortelã e esmague com um amassador (pilão). Despeje o rum e os cubos de gelo e, com uma colher de bar, misture tudo com delicadeza. Complete com club soda. Se desejar, adicione 1 gota de angostura e alguns torrões de açúcar. Para decorar, guarneça com as folhas de hortelã restantes.

Peixe Xadrez com mangas


Peixe é sempre uma boa medida: saudável, saboroso, leve. Se combinado ao doce sabor de uma fruta então fica mais delicioso ainda. Experimente!


Ingredientes

1 cebola cortada em cubos
1 colher de chá de azeite
400 g de cação cortado em cubos
1 colher de sal
1 colher de amido de milho
1 xícara de caldo de legumes
4 colheres de molho shoyu light
2 colheres de molho de tomate
1 manga cortada em cubos
2 colheres de amendoim torrado
Cebolinha verde picada a gosto

Preparo

Refogue a cebola no azeite e junte o peixe. Deixe dourar e adicione o amido de milho dissolvido no caldo de legumes, no molho shoyu e no molho de tomate. Deixe engrossar, adicione a manga, mexa por mais 5 minutos e retire do fogo. Sirva polvilhado com o amendoim e a cebolinha verde.

FOTO DO DIA !

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Especial Photos Madona by Gatto

UM GRANDE SALTO

ACESSORIO MASCULINO DE LUXO

Um mouse lindo, elegante e chique é o mouse da Grands of Dalvey, que faz acessórios masculinos de luxo.

O Grands of Dalvey Stainless Steel Mouse é feito de aço inoxidável, com uma superfície polida como um espelho, e pode ser gravado a laser com o nome ou logo de uma empresa.

O mouse óptico tem formato circular (que não deve ser muito confortável), resolução de 800dpi e luz azul na parte de baixo e na “wheel mouse” transparente.

O Grands of Dalvey Stainless Steel Mouse custa US$89 na Gentlemans Gadgets.

Via DVICE.

MICROFONE PARA KARAOKE


Karaokê é uma coisa curiosa, algumas pessoas amam e outras odeiam. Este post é para quem está na primeira categoria, e adora soltar a voz sempre que tem uma boa desculpa. O SingStand da Memorex é um microfone criado especialmente para a prática do karaokê, com duas caixas de som de 4 watts embutidas que não vão acordar os vizinhos, mas são suficientes para diversão dos amigos. Ele também tem alguns efeitos como reverberação e controle de voz automático para a sua voz não sair tão ruim na fita, e você pode até conectar outro microfone e ensaiar um dueto!

Apesar de dar a impressão de ter um dock para iPod, o SingStand na verdade tem um suporte no microfone para você colocar qualquer MP3 player com plug de 3.5 mm e desafinar junto com as suas músicas favoritas! Os controles ficam todos na base, e ele vem com um cabo de 3 metros.

À venda nos Estados Unidos a partir de novembro por US$ 70. Saiba mais no site da Memorex.

Via Gizmodo

domingo, 21 de setembro de 2008

ENERGIA SOLAR & EOLICA


Precisando de energia limpa? Eis então o super bacana sistema Solar Stik que é um pequeno gerador de energia elétrica limpa que é capaz de fornecer energia para pequenas residências e outras aplicações, assim que for necessário. O versátil sistema leva alguma vantagem em comparação aos outros sistemas, pois este é totalmente móvel, podendo levar para qualquer lugar.
O Solar Stik oferece uma solução ecológica para geração de energia elétrica, onde poderá ser criada rapidamente por apenas uma pessoa, em seus dois painéis solares de 50 watt cada. Ainda não acabou! Com este sistema você ainda poderá colocar no mesmo sistema uma pequena turbina eólica, para auxiliar na captação de energia caso o sol, não de sua graça.

CRIADO PELA IGREJA


A história em torno do Baphomet foi intimamente relacionada com a da Ordem do Templo pelo Rei Filipe IV de França e com apoio do Papa Clemente V, ambos com o intuito de desmoralizar a Ordem, pois o primeiro era seu grande devedor e o segundo queria revogar o tratado que isentava os Cavaleiros Templários de pagar taxas a Igreja Católica.

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, foi fundada no ano de 1118. O objetivo dos cavaleiros templários era proteger os peregrinos em seu caminho para a Terra Santa. Eles receberam como área para sua sede o território que corresponde ao Templo de Salomão, em Jerusalém, e daí a origem do nome da Ordem.

Segundo a história, os Cavaleiros tornaram-se poderosos e ricos, mais que os soberanos da época. Segundo a lenda eles teriam encontrado no território que receberam documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Segundo alguns, eles ficaram com a tutela do Santo Graal, os documentos que supostamente comprovavam que Jesus Cristo teve uma linhagem com Maria Madalena.

Em 13 de outubro de 1307, sob as ordens de Felipe, o Belo (homem torpe e grande devedor de dinheiro para a Ordem e favores para o Grão-Mestre Jacques DeMolay, sendo este inclusive padrinho de seu filho) e com o apoio do Papa Clemente V, os cavaleiros foram presos, torturados e condenados à fogueira, acusados de diversas heresias.

A Igreja acusava os templários de adorar o diabo na figura de uma cabeça com chifres que eles chamavam Baphomet (a partir daí criou-se a crença de um demônio chifrudo), de cuspir na cruz, e de praticar rituais de cunho sexual, inclusive práticas homossexuais (embasado no símbolo da Ordem, que era representado por dois Cavaleiros usando o mesmo cavalo). O Baphomet tornou-se o bode expiatório da condenação da Ordem pela Igreja Católica e da matança de templários na fogueira que se seguiu a isto.


[editar] Origem da expressão "Baphomet"
A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde a impossível derivação (corruptela, deformação) de Mahomet (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus Baal; Pho, que derivaria do deus Moloc; e Met, advindo de um deus dos egípcios, Set.

A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria".


[editar] Significados possíveis

Baphomet de Eliphas LeviO símbolo do Baphomet é fálico, haja visto que em uma de suas representações há a presença literal do falo devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). O Baphomet de Levi possui mamas de mulher e o pênis é metaforicamente representado por um Caduceu. Este tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação.

Pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que "ligou o céu e a terra", tema recorrente na literatura esotérica. Isto pode ser visto no Baphomet de Eliphas Levi, que aponta com um braço para cima e com o outro para baixo (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia). No ocultismo isto representaria o conceito que diz "assim em cima como embaixo".

Eliphas Levi lista as mais frequentes representações do Baphomet:

um ídolo com cabeça humana;
uma cabeça com duas faces;
com barba;
sem barba;
com a cabeça de um bode;
com a cabeça de um homem;
com a cabeça de um bode e o corpo de homem.

[editar] Baphomet Por Eliphas Levi
Na classificação e explicação das gravuras de seu livro Dogma e Ritual da Alta Magia, Eliphas Levi classifica a imagem de Baphomet como a figura panteística e mágica do absoluto. O facho representa a inteligência equilibrante do ternário e a cabeça de bode, reunindo caracteres de cão, touro e burro, representa a responsabilidade apenas da matéria e a expiação corporal dos pecados. As mãos humanas mostram a santidade do trabalho e fazem o sinal da iniciação esotérica a indicar o antigo aforismo de Hermes Trismegisto: "o que está em cima é igual ao que está embaixo". O sinal com as mãos também vem a recomendar aos iniciados nas artes ocultas os mistérios. Os crescentes lunares presentes na figura indicam as relações entre o bem e o mal, da misericórdia e da justiça. A figura pode ser colorida no ventre (verde), no semicírculo (azul) e nas penas (diversas cores). Possuindo seios, o bode representa o papel de trazer à Humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, os quais são signos redentores. Na fronte e embaixo do facho encontra-se o signo do microcosmo a representar simbolicamente a inteligência humana. Colocado abaixo do facho o símbolo faz da chama dele uma imagem da revelação divina. Baphomet deve estar assentado ou em um cubo e tendo como estrado uma bola apenas ou uma bola e um escabelo triangular.

sábado, 20 de setembro de 2008

FOTOGRAFA DE ANIMAIS

Amanda Jones mora em Williamstown, Massachusetts, nos Estados Unidos. Fotógrafa desde 1992, quando se formou em Cinema e Fotografia pelo Ithaca College, de Nova Iorque, sua especialidade levou dois anos para ser descoberta. Foi quando sua melhor amiga lhe trouxe Ruby, um filhote de Labrador. O pequeno cachorrinho foi seu primeiro modelo e paixão ao primeiro clique. De lá para cá, Amanda não parou mais e desde então atravessa o país registrando fotos incríveis de cães e gatos para deslumbre de seus donos.
Fazer este trabalho, mesmo hoje com as máquinas digitais, definitivamente não é pra qualquer um. Fotos de animais, principalmente os de estimação, que naturalmente são irrequietos, brincalhões e não gostam de sair da rotina, exigem muita sensibilidade, paciência e claro, talento. Captar para sempre momentos únicos e singulares destes bichinhos que tanto amamos é uma arte para poucos. Não é à toa que os trabalhos de Amanda estão em tantos cartões, livros, posters, calendários e muitos outros materiais.

Os ângulos, a luz e o timing perfeito, permitem que ela consiga capturar a "personalidade", o olhar, as melhores expressões, os movimentos e cada pequeno detalhe de cachorros e bichanos. Um belo exercício de fotografia e uma recordação inestimável para quem adora seus bichos de estimação.

Fazer este trabalho, mesmo hoje com as máquinas digitais, definitivamente não é pra qualquer um. Fotos de animais, principalmente os de estimação, que naturalmente são irrequietos, brincalhões e não gostam de sair da rotina, exigem muita sensibilidade, paciência e claro, talento. Captar para sempre momentos únicos e singulares destes bichinhos que tanto amamos é uma arte para poucos. Não é à toa que os trabalhos de Amanda estão em tantos cartões, livros, posters, calendários e muitos outros materiais.

Os ângulos, a luz e o timing perfeito, permitem que ela consiga capturar a "personalidade", o olhar, as melhores expressões, os movimentos e cada pequeno detalhe de cachorros e bichanos. Um belo exercício de fotografia e uma recordação inestimável para quem adora seus bichos de estimação.

SALADAS NATURAIS



Para preparar as mais deliciosas e variadas saladas, sempre muito saborosas e apetitosas, aprenda estes truques:

Vegetais crus devem ser bem lavados, folha por folha, e depois escorridos. Para que possam ser melhor saboreados, corte-os em pedaços grandes ou rasgue as folhas com as mãos. Agrião, rúcula, alface, escarola, mostarda, e até mesmo espinafre cru, ficam deliciosos se temperados apenas com sal, pimenta-do-reino, azeite e limão, mas há quem prefira o vinagre puro ou aromatizado, que dá um charme todo especial a sua receita. Só não devem ser temperadas com antecedência, mas só no momento de servir.

O repolho fica mais crocante se cortado ao meio e deixado de molho em água gelada com sal. Depois, é só escorrer bem e cortar em tiras.

Como o tomate normalmente solta água, corte-o em rodelas ou gomos, retire as sementes, polvilhe com sal e deixe repousar por 10 minutos.

A cenoura crua ralada tende a escurecer, por isso regue-a com suco de limão.

Os pepinos não ficarão amargos se você cortar as pontas e esfregar as extremidades com esses pedaços cortados, até fazer espuma. Retire a primeira rodela de cada ponta e descasque. Esfregue com um pouco de sal, deixe descansar 10 minutos para que percam o excesso de água. Depois, é só lavar, enxugar e cortar a gosto.

A cebola perde a acidez se picada ou cortada em rodelas, posta numa peneira e levada por um instante numa panela com água fervente. Retire imediatamente, espere esfriar bem e utilize.

O salsão, aipo e a erva-doce devem ser bem lavados. Antes de picar, retire os fios que ficam no sentido do comprimento.

Se usar vegetais em lata, estes devem ser escorridos, regados com água morna e novamente escorridos para serem utilizados bem secos.

Arroz, macarrão e feijão também podem ser utilizados em saladas, mas lembre-se que devem estar cozidos al dente e o cozimento deve ser feito em água com sal.

As frutas secas dão sabor especial às saladas. Ameixas secas picadas ou uvas passas combinam bem com as saladas temperadas com um molho grosso, tipo maionese. Também podem ser utilizadas em saladas. Mas cuidado! A maçã deve ser picada e salpicada com suco de limão para não escurecer. Abacaxi picadinho solta muita água e só deve ser acrescentado na hora de servir. O mesmo acontece com o melão e a laranja.

Muitos vegetais podem ser consumidos crus, como é o caso da couve-flor, sem os talos, dos cogumelos cortados fino, da beterraba e da abobrinha, deliciosas quando raladas. Experimente novos usos para legumes e verduras e suas saladas serão bem vindas. Seja ousado e crie sua própria salada, aquela receita especial que ninguém conhece, mas todos apreciam. Varie o molho, acrescente restos de aves cozidas ou carnes desfiada, junte queijo prato ou mussarela picada e tempere com ervas aromáticas. Seja criativo!

SEM COMENTARIOS

CONTROL ALT DEL NO TECLADO

A combinação das três teclas não costuma ser usada numa hora muito feliz, mas sempre ajuda a salvar uma ou outra tarefa que você não pode perder. Para facilitar a sua vida e a do seu PC, a HP juntou as três teclas num único botão, a tecla Ctrl-Alt-Del.

No mínimo, original. E antes que alguém pense que é inútil, em empresas em que o computador é protegido por senha, é preciso apertar a regência trina para poder digitar o login de rede e senha. Se você é um trabalhador convencional (CLT, trabalhando, em média, 210 dias por ano), estará economizando o dedo na ordem de 420 tecladas/ano na botão 3 em 1 da Hewlett Packard.

Se ainda não deu para convencer, um mouse sem fio acompanha o keybord e o design de ambos é bem elegante. Agora, o preço da inovação é meio salgadinho. Sem previsão para chegar ao Brasil, o teclado, lá fora, sai por 80 dólares.

RELOGIO DIGITAL LCD


A Tokyoflash cria relógios de pulsos modernos e originais, diferentes de tudo que você já viu. Um ótimo exemplo disto é o Negative Watch, um relógio com tela LCD invertida, que mostra as horas e a data em grandes pixels.

O interessante é que ele tem um fundo LCD com 7 opções de cores, assim você pode escolher uma cor diferente para cada dia da semana! Também existe um modo "frenético", é só apertar o botão para ver um verdadeiro show de cores.

O relógio também tem alarme e permite que você veja as horas na vertical ou na horizontal. O relógio Negative tem versões em aço polido e aço inoxidável preto, e custa US$ 162 no Japão. Saiba mais na Tokyoflash.

Via Technabob.

PANZANELLA DE FRIOS


Panzanella de Frios

  • 15 rodelas de copa ou presunto bem finas
  • 02 pães amanhecidos
  • 150g de queijo mussarela cortado em tiras
  • 100g de queijo parmesão ralado
  • 03 folhas de manjericão
  • 01 tomate cortado em cubos
  • Azeite, limão, sal e pimenta a gosto

    Modo de preparo:
    Em uma forminha para empada, colocar as fatias de frios e rechear com o pão amanhecido cortado em cubos, o tomate, os dois queijos e as folhas de manjericão. Compactar bem, virar a forminha e temperar com a mistura de azeite e limão, sal e pimenta.

    Chef Mário Soltak
  • Bouef Bourguignon - Culinaria Francesa

    Bouef Bourguignon

  • 1,5 kg lagarto inteiro
  • 2 xícaras (chá) de vinho tinto seco
  • 2 xícaras (chá) de cebolas grandes cortadas em rodelas
  • 3 talos de salsão
  • 3 dentes de alho bem picado
  • 3 tomates grandes
  • 1 lata pequena de extrato de tomate
  • 3 folhas de louro
  • 2 ramos de alecrim
  • 5 grãos de pimenta do reino
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • 01 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 04 cubos de caldo de carne

    Modo de Preparo:
    Prepare a marinada: bata no liquidificador os alhos, as cebolas, os tomates, as folhas de louro e alecrim, os grãos de pimenta o salsão, os cubos de caldo ,o azeite, o suco de limão e o extrato de tomate. Deixe o lagarto nesta marinada durante 3 horas. Retire e impregne com a farinha de trigo. Em uma panela, frite a carne de todos os lados. Quando estiver bem dourada, agregue a marinada e o vinho tinto. Cozinhe por 1 hora. Corrija o sal e sirva acompanhada de batatas e cenouras.

    Chef Mário Soltak
    www.pestana.com/
  • sexta-feira, 19 de setembro de 2008

    20 de SETEMBRO Revolução Farroupilha

    Revolução Farroupilha

    História do Rio Grande do Sul
    Telmo Remião Moure
    Editora FTD S.A.

    Um dos temas mais comuns nos livros de História do Brasil é a Guerra dos Farrapos. Observado a partir da perspectiva central agro-exportadora brasileira, o movimento farroupilha riograndense perde qualidade, veracidade e atinge o prosaico.

    Mesmo na historiografia e na literatura produzidas no Rio Grande do Sul há distorções que confundem os fatos. Alguns fazem apologia dos heróis e condenam os traidores. Outros tentam desmistificar, mas pouco acrescentam ao conhecimento do contexto, às motivações e conseqüências do movimento dos farrapos. Colocam-se como discussões o caráter separatista ou não do movimento, gerando posições apaixonadas ou constrangedoras para a problemática da identidade regional e nacional.

    Estudos históricos e produções literárias mais recentes têm sido mais objetivos. O movimento farroupilha rio-grandense fez parte de exigências locais e esteve inserido no jogo das questões nacionais e internacionais típicas da primeira metade do século XIX.

    Com base nessa historiografia mais recente, pretende-se compreender as relações do movimento farroupilha no contexto brasileiro, platino e do mundo ocidental. Além disso, responder a indagações como: quem fez e por que fez a guerra? Quais os interesses em jogo na eclosão e duração do movimento? De que forma foi realizada a paz e por que ela apresenta um certo espírito de "comemoração" entre os legalistas e insurretos? Finalmente, criticar as reivindicações dos farrapos a partir da constatação dos limites da pecuária rio-grandense.

    A época e suas relações com a revolta farroupilha

    Naquela época, o liberalismo econômico estava derrubando estruturas antigas, calcadas nos monopólios e regimes políticos autoritários e absolutistas. O constitucionalismo surgia como fundamental à história da humanidade. No entanto, os processos de emancipação política e de formação do Estado Nacional brasileiro foram centralizadores e autoritários. Os regionalismos não foram respeitados. Não ocorreram autonomias tanto para interferirem na indicação dos administradores provinciais como na capacidade de legislar em assembléias regionais.

    As elites regionais se ressentiram com a dissolução da Assembléia Constituinte de 1823, a outorga da Carta de 1824, as políticas tarifárias não protecionistas, a censura e as perseguições políticas aos inimigos da corte do Rio de Janeiro. Algumas dessas elites recorreram à insurreição armada, sempre reprimidas e vencidas pelo centralismo monárquico. Foram as classes dominantes do Pará e do Amazonas que iniciaram a Cabanagem. O mesmo ocorreu na deflagração da Balaiada, no Maranhão. Nessa e em outras revoltas os setores dominantes foram surpreendidos pela participação crescente dos segmentos dominados. A emergência dessas camadas preocupava as elites porque elas extrapolavam os objetivos iniciais dos movimentos, voltando-se contra a estrutura de dominação social. Outras revoltas, como a dos farrapos, não permitiram que setores mais populares, e dominados socialmente, extrapolassem os objetivos estabelecidos pelas elites locais.

    A Guerra dos Farrapos foi um movimento da classe dominante rio-grandense, em oposição ao centralismo exercido pela corte do Rio de Janeiro, e só.

    Participação de grupos sociais

    A maior parte dos criadores e charqueadores engajaram-se como militantes ou financiando a insurreição. Os comerciantes, em sua maioria, assumiram posição defensiva ao lado do governo monárquico, chamados de legalistas. Intrigas entre os chefes políticos pecuaristas produziram deserções ou posicionamentos opostos ao longo do movimento.

    Os habitantes de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, na época as principais cidades do Rio Grande do Sul, nunca aderiram, em sua totalidade, ao movimento. Cabe destacar que Porto Alegre, a principal base de sustentação dos legalistas, ganhou o título de "mui leal e valorosa" do monarca brasileiro. A República Rio-Grandense criada no dia 11 de setembro de 1836, teve como sedes administrativas as cidades de Piratini, Caçapava e Alegrete, expressando nas mudanças a fragilidade estratégico-militar do movimento.

    A revolta teve mais apoio no meio rural (junto a pecuária extensiva). O movimento não foi acolhido pelos imigrantes germânicos que já iniciavam a ocupação da encosta do planalto meridional (São Leopoldo, Montenegro, Caí e arredores). Nas cidades, os comerciantes e os segmentos sociais, em geral, dividiram-se, mas pouco fizeram a favor ou contra. O movimento farroupilha rio-grandense nunca dominou um porto, por tempo razoável, para escoar produtos e, assim, garantir a sobrevivência imediata dos insurretos. Realizaram a tomada de Laguna, buscando alcançar um porto mais permanente, mas foram derrotados e expulsos, em pouco mais de três meses.

    A questão dos "heróis"

    A Guerra dos Farrapos tem garantido à historiografia oficial e à ideologia dominante extensa "galeria de heróis", muitas vezes equiparados aos semideuses, e a guerra equiparada a uma "epopéia". Outras vezes, os personagens são denunciados como "oportunistas", "contrabandistas", etc. Certamente os episódios históricos de 1835 a 1845 podem ensejar referenciais importantes à problemática de símbolos e identidades sociais e nacionais. Mas é necessário compreender que o movimento dos farroupilhas passou por análises teóricas relacionadas ao republicanismo, constitucionalismo e cidadania. Vários foram os pensadores que se ativeram aos temas, deixando registros dessas discussões. Mais do que isso, os "heróis" não podem ofuscar o que os farrapos não visualizavam: uma sociedade entravada, com uma pecuária debilitada, sem perspectivas de avanços no mercado altamente competitivo que se desenvolvia a partir do século XIX. Além disso, o movimento farroupilha lutou pelos interesses da classe dominante pecuarista rio-grandense, descaracterizando-se, portanto, uma visão mais abrangente, com justiça distributiva.

    Bento Gonçalves da Silva, Bento Manuel Ribeiro, Davi Canabarro, Antônio de Souza Neto e muitos outros eram pecuaristas ou estavam envolvidos com a pecuária. Todos lutaram nas guerras empreendidas por lusos-brasileiros na bacia Platina, desde a conquista militar dos Sete Povos das Missões, passando pela Guerra Cisplatina. Depois de 1845, muitos continuaram lutando com os vizinhos platinos. Merece destaque a figura de um mercenário, Guiseppe Garibaldi, que também lutou ao lado de Rivera, no Uruguai, e participou das guerras pela unificação da Itália. Outros mercenários participaram da Guerra dos Farrapos ou estiveram engajados nas tropas inimigas (legalistas).

    Insurreição ou Revolução?

    A insurreição que os farrapos preferiam chamar de revolução durou dez anos. Fazer revolução significava avançar na História, mesmo para os segmentos dominantes doinício do século XIX. Aliás, a revolução implicava o uso da força, legitimando o movimento. Os exemplos das elites dominantes da América do Norte, França e Inglaterra estimulavam processos revolucionários com objetivos de destruir o arcaico, o antigo, o ultrapassado. Só que os farroupilhas não questionaram a escravidão em seu sistema produtivo nem ao menos tiveram condições de ensaiar planos de liberdade e crescimento econômico. Identificaram-se mais com o conflito centro versus periferia. Por isso, é incorreto chamar o movimento de revolução. Foi uma guerra civil entre segmentos sociais dominantes.

    Além disso, a escravidão era a "doença" que o paciente não aceitava ter. Preferia dirigir suas críticas à falta de protecionismo alfandegário. Esquecia-se ou não queria entender que a estrutura produtiva da charqueada rio-grandense retraía a capacidade de competir com os similares platinos. Este sim era o principal problema da pecuária rio-grandense, que só teve espaço no mercado enquanto os concorrentes platinos estavam envolvidos em guerras contra o domínio espanhol ou na disputa pelo controle do Estado Nacional. Foi sintomático: de 1831 em diante, os platinos entraram em período de relativa paz, voltaram a criar gado e produzir charque sem os inconvenientes das guerras. Com isso, o charque rio-grandense entrou em colapso. Em 1835 eclodia o movimento farroupilha.

    Resultados do Movimento

    Por dez anos, a guerra civil prejudicou o setor pecuarista.

    As perdas foram muito maiores do que os lucros políticos e econômicos do movimento. Os pecuaristas saíram mais endividados junto aos comerciantes e banqueiros. Propriedades rurais, gado e escravos foram perdidos e tornou-se muito difícil repô-los posteriormente.

    A paz honrosa de Poncho Verde, em 1845, acomodou as crescentes dificuldades dos farrapos, pois não interessava ao governo monárquico reprimir uma elite econômica. Aos oficiais do Exército farroupilha foram oferecidas possibilidades de se incorporarem aos quadros do Exército nacional. Líderes presos foram libertados e a anistia foi geral e imediata.

    Antes e depois da Guerra dos Farrapos, os rio-grandenses lutaram contra os platinos, defendendo militarmente os interesses da coroa portuguesa e, a partir de 7 de setembro de 1822, os da corte brasileira. Ou seja, interessava ao governo do Rio de Janeiro assinar o acordo de Poncho Verde porque a política externa brasileira ainda necessitaria dos serviços militares (sempre disponíveis) da Guarda Nacional formada por estancieiros e peões rio-grandenses.

    Quanto à política tarifária, medidas sem expressividade e pouco duradouras tentaram transparecer um melhor tratamento dado ao produto nacional. A estrutura produtiva ultrapassada (baseada na escravidão) não foi alvo de preocupações.

    A sensação que existe hoje, passado um século e meio, é a de que as motivações daquele movimento não foram superadas. Por um lado, o Rio Grande do Sul continua em situação de mando político dependente, com uma economia pouco beneficiada no processo de acumulação capitalista que se reproduz no Brasil. Por outro, o Rio Grande do Sul não consegue "enxergar o próprio umbigo" e compreender que suas dificuldades resultam da forma como tem sido realiada sua inserção como sócio menor no sistema capitalista brasileiro. Expressando-se de forma figurativa, o Rio Grande do Sul continua produzindo e vendendo charque, subsidiando (perifericamente) o funcionamento do mercado exportador brasileiro e sem cacife no processo político-decisório nacional.

    Manifestos de Bento Gonçalves

    "Compatriotas! O amor à ordem e à liberdade, a que me consagrei desde minha infância, arrancaram-me do gozo do prazer da vida privada para correr covosco à salvação de nossa querida pátria. Via a arbitrariedade entronizada e não pude ser mais tempo surdo a vossos justos clamores; pedistes a cooperação de meu braço e dos braços que me acompanham, e voei à capital a fim de ajudar-vos a sacudir o jugo que com a mão de um inepto administrador vos tinha imposto uma facção retrógrada e antinacional."

    "A inaptidão que desde logo mostrou para tão elevado cargo e a versatilidade de caráter do Sr. Braga favoreceram os desígnios dos perversos, que nele acharam o instrumento de seu rancor contra os livres; e no poder anexo a presidência o meio de saciar suas ignóbeis vinganças."

    "O Governo de sua Majestade Imperial, o Imperador do Brasil, tem consentido que se avilte o Pavilhão Brasileiro, por uma covardia repreensível, pela má escola dos seus diplomatas e pela política falsária e indecorosa de que usa para com as nações estrangeiras. Tem feito tratados com potências estrangeiras, contrários aos interesses e dignidade da Nação. Faz pesar sobre o povo gravosos impostos e não zela os dinheiros públicoos... Faz leis sem utilidades públicas e deixa de fazer outras de vital interesse para o povo... Não administra as províncias imparcialmente... Tem conservado cidadão longo tempo presos, sem processo de que constem seus crimes."

    Proclamação

    Sala das sessões da Asembléia Constituinte e Legislativa
    (Alegrete, 1843)

    RIO-GRANDENSES!

    Está satisfeito o voto nacional. Chegou finalmente a época em que vossos Representantes reunidos em Assembléia Geral vão formar a Constituição Política, ou a Lei fundamental do Estado. Desde o primeiro período de nossa Revolução, desde o primeiro grito de nossa Independência, é este sem dúvida um dos sucessos mais memoráveis, que deve ocupar um dia as páginas da história. Dentro em pouco tempo o edifício social será levantado sobre bases certas e inalteráveis.

    ...
    Concidadãos! Os destinos da Pátria dependem principalmente de vossa constância e valor. Nesta luta de liberdade contra a tirania vós tendes dado um exemplo heróico do mais nobre, desinteressado patriotismo, e vossos dolorosos sacrifícios assaz provam, quanto pode uma Nação generosa, e magnâmica, que jurou não ser escrava.

    MAS BHA TCHE 20 DE SETEMBRO !


    1. HISTÓRIA, TCHÊ !
    ..
    Mas bah! O gauchês foi criado em 1524, por um espanhol basco separatista naturalizado argentino, que fugiu com a família para a ponta sul do país. Lá ele criou o Rio Grande do Sul, afinal, se não for grande, não serve para nada, tchê! Com a mistura do espanhol basco argentinizado com o português, surgiu o dialeto gaúcho, que é tri legal, tchê!

    2. GRAMÁTICA.
    No dialeto gauchês, as vogais são mais fÓrtÊs. Elas também possuem uma tonalidade mais anasalada. O A tem som de Âñ. É comum encontrar palavras em gauchês com mais de 1 sílaba tônica. A letra R também é mais forte, tendo o som de RRRRRRR, parecendo com o R espanhol. Os gaúchos de Porto Alegre também costumam falar cantado.
    3. AMOSTRAS CONTEXTUAIS GAUCHESCAS

    Mas bah! - É de lei usar mas bah em quase todas as frases. No entanto, é utilizado apenas nos momentos em que o gaúcho quer dar. bah! - Interjeição que o gauchês usa quando não achou legal, ou quando achou bem legal. Nunca inicia uma frase. Ainda assim, é utilizado apenas nos momentos em que o gaúcho quer dar.
    Tchê! - Gauchês que não utiliza o 'tchê' é gauchês falsificado. O 'tchê' é a forma de expressão mais utilizada por gauchescos, não importa a situação, apesar de significar, quando utilizado, que o gaúcho quer dar.
    Tri - O verdadeiro gaúcho usa a interjeição 'tri para tudo, menos antes do legal (isto é coisa de brasileiro querendo ser gaúcho). Mas é importante observar que a interjeição só é utilizada quando o gaucho quer dar. Mas bah, capaz! - Bah capaz já é um sofisticação do Mas bah! o capaz significa como é grande! A única circunstância em que o gaúcho fala "alemão" é quando dá pela primeira vez: "Bah, mas dói-tchê!"