1 xícara de chá de cenoura picada em cubos pequenos e cozidos
1 xícara de chá de ervilha em conserva
1 xícara de chá de milho em conserva
2 xícaras de chá de arroz cozido
1/2 xícara de chá de leite desnatado
1 colher de (sobremesa) de margarina light
2 colheres de sopa de salsa picada
2 colheres de sopa de cebolinha picada
1 cebola cortada em cubos pequenos
200 g de peito de peru defumado e moído
Sal a gosto
1 gema
Para polvilhar:
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de farinha de rosca integral
1 colher de (café) de páprica doce
sábado, 13 de março de 2010
TECNOLOGIAS NA COZINHA
TECNOLOGIAS NA COZINHA
Um excelente exemplo da inovação no preparo de alimentos é o fogão por indução. Semelhante a um fogão elétrico, o aparelho gera um campo eletromagnético entre sua superfície e a panela. Esse campo dificulta a dissipação do calor, aumentando a eficiência do fogão e diminuindo o tempo de cozimento. Outra vantagem – dependendo do local onde você mora – do fogão por indução é a não interferência ambiental. Como o campo eletromagnético impede que o calor se dissipe normalmente, a temperatura da cozinha não sofre alterações, mesmo com o fogão ligado durante longos períodos. As geladeiras – ícones da cozinha, assim como o forno e o fogão – também recebem características high-tech. Além dos dispensadores de gelo e água – e em alguns modelos até de cerveja ou café –, os refrigeradores também são alvo de invenções e novidades. Telas touchscreen, conexão Wi-Fi e até mesmo reconhecimento RFID já são integrados a determinados modelos de luxo. As etiquetas de rádio, inclusive, são responsáveis por um sistema que avisa ao cozinheiro quando o estoque de determinado produto está acabando. No mundo da alta tecnologia, muita coisa fica apenas no “vaporware”, ou seja, é anunciado, explicado, mas nunca chega a ser produzido. Conceitos de design e de funcionalidade costumam abraçar esse status com facilidade, seja por falta de capacidade produtiva ou por exigências do mercado, muita coisa nunca faz a passagem do projeto para o produto.
É difícil imaginar – por exemplo – que este conceito da Electrolux de cozinha “tudo em um” venha a ser produzido, pelo menos pensando em tecnologia existente. O projeto é de uma bancada inteligente, com touchscreen para controle, em que toda a superfície pode funcionar como balcão de preparo, interface de redes sociais – para pesquisar receitas, por exemplo – e fogão de indução. Novamente, depois dos fogões, as geladeiras. A NASA utiliza em satélites e outros equipamentos com necessidade de refrigeração um sistema chamado de refrigeração pulse-tube. Basicamente é um compressor – a parte que força o resfriamento da câmara interna da geladeira – que não utiliza gases tóxicos como o freon. Atualmente o rendimento desse tipo de solução em condições normais não é suficiente para concorrer com os equipamentos tradicionais, mas a tecnologia existe, e é desenvolvida.
Fonte: http://www.baixaki.com.br/
terça-feira, 9 de março de 2010
O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO"
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitaralgum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite. Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os
donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras
que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... Tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... Até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um. – Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre. E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável! A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim. Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras
que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia: – Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... Tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade... Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... Até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: – Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais. Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João Del-Rei.
segunda-feira, 8 de março de 2010
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Mulheres serenas, promessas de nada.
mulheres de vento, de sopro divino,
mulheres de sonho, mulheres sentido,
mulheres da vida, melhor ter vivido...
Mulheres de tempo, em que tudo que havia fazia sentido,
mulheres que eu vejo, no sol de janeiro,
mulheres saídas de potes de vidro,
mulheres faceiras, as mais feiticeiras, melhor ter sorrido...
mulheres de tantos e tantos perigos,
mulheres de vinho e de vã harmonia,
mulheres convívio,
mulheres no cio, as mais parideiras, melhor ter nascido...
mulheres de luzes e de absinto,
mulheres que um dia sonhei colorido,
mulheres de santos, mulheres de igrejas,
as mais rezadeiras, melhor sacrifício
mulheres que um dia deitaram comigo,
mulheres tão lindas e de maior juízo,
mulheres de danças,
as tranças nos ombros, meus olhos caídos...
mulheres que fecham a vã poesia,
mulheres que o ouro não tem nem princípio,
mulheres de outono,
o seu abandono, melhor ter carinho...
mulheres de um tempo em que estive sozinho,
mulheres de riso abrindo janelas,
mulheres que sonham,
seu sono macio, melhor o seu ninho...
mulheres do dia e da noite, eternos,
mulheres que lutam, raízes na terra,
mulheres que as feras,
no meio da noite, não mais intimidam...
mulheres espera, no mar do abandono,
mulheres teares, tecendo seu linho,
mulheres tão loucas,
Seu beijo na boca, uma taça de vinho...
Feliz Dia Internacional da Mulher!
VITO CESAR
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
DE FÉRIAS ,MELHOR QUE PESCÁ-LO , SÓ ROBALO !
Peixes de escamas. Das seis espécies de robalo encontradas no oceano Atlantico, quatro sao capturadas no litoral do Brasil, destacando-se principalmente o robalo-flecha (Centropomus undecimalis) e o robalo-peva (Centropomus paralellus). Ambas possuem o corpo alongado e comprimido e a mandíbula inferior saliente. O robalo-flecha é a maior especie da familia, alcançando 1,2m de comprimento total e 25kg. A coloração do dorso é acinzentada com reflexos esverdeados e o ventre é esbranquiçado. A linha lateral é uma listra longitudinal negra que se estende ao longo do corpo ate o final da nadadeira caudal. O robalo-peva é menor, alcantando 50cm de comprimento e 5kg. Apresenta o dorso cinza esverdeado e os flancos prateados.
Especies costeiras, ocorrem em manguezais, estuarios. São encontradas em aguas salobras, podendo ser capturadas desde a barra dos rios ate varios quilmetros acima da foz, principalmente na época de desova. Gostam de aguas calmas, barrentas e sombreadas, e ficam proximos ao fundo. Alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos, especialmente camaroes e caranguejos. Spo muito apreciados como alimento, especialmente na regipo Sudeste, e, tambem pelos pescadores esportivos, porque proporcionam uma luta espetacular, principalmente os grandes exemplares.
Iscas: As melhores iscas sãoo de camarão e peixinhos vivos, que podem ser arremessadas nas margens ou serem usadas na rodada, proximas ao fundo. As iscas artificiais como plugs, tanto de superffcie quanto de meia agua, jigs e shads tambem sao bastante produtivas e devem ser trabalhadas junto aos troncos e galhadas nas margens.
Dicas: Sempre que sair para uma pescaria de robalo, consulte a tábua de marés (prefira a maré de quarto) e consiga informações sobre o local de pesca, presenta de locas e galhadas. Os arremessos devem ser sempre na direto de galhos, raízes e pedras.
Iscas para Robalo
Plug de Barbela / Meia Água , Camarão Vivo , Jumping Jig , OUTRAS ARTIFICIAIS , Camarão Artificial , Stick
Dicas de Receitas
Robalo Assado no Sal Grosso, Robalo a Brasileira, Robalo Marinado na Cerveja com Ervas, Robalo Assado, Robalo ao forno, Robalo do Antiquarius, Robalo ao Limão, Filé de Robalo ao azeite, Filé de Robalo com Camarão, Robalo Assado ao forno, Robalo Grelhado com banana, Robalo com missô, Robalo com Ervas
Especies costeiras, ocorrem em manguezais, estuarios. São encontradas em aguas salobras, podendo ser capturadas desde a barra dos rios ate varios quilmetros acima da foz, principalmente na época de desova. Gostam de aguas calmas, barrentas e sombreadas, e ficam proximos ao fundo. Alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos, especialmente camaroes e caranguejos. Spo muito apreciados como alimento, especialmente na regipo Sudeste, e, tambem pelos pescadores esportivos, porque proporcionam uma luta espetacular, principalmente os grandes exemplares.
Iscas: As melhores iscas sãoo de camarão e peixinhos vivos, que podem ser arremessadas nas margens ou serem usadas na rodada, proximas ao fundo. As iscas artificiais como plugs, tanto de superffcie quanto de meia agua, jigs e shads tambem sao bastante produtivas e devem ser trabalhadas junto aos troncos e galhadas nas margens.
Dicas: Sempre que sair para uma pescaria de robalo, consulte a tábua de marés (prefira a maré de quarto) e consiga informações sobre o local de pesca, presenta de locas e galhadas. Os arremessos devem ser sempre na direto de galhos, raízes e pedras.
Iscas para Robalo
Plug de Barbela / Meia Água , Camarão Vivo , Jumping Jig , OUTRAS ARTIFICIAIS , Camarão Artificial , Stick
Dicas de Receitas
Robalo Assado no Sal Grosso, Robalo a Brasileira, Robalo Marinado na Cerveja com Ervas, Robalo Assado, Robalo ao forno, Robalo do Antiquarius, Robalo ao Limão, Filé de Robalo ao azeite, Filé de Robalo com Camarão, Robalo Assado ao forno, Robalo Grelhado com banana, Robalo com missô, Robalo com Ervas
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
PARTICIPE , TOME UMA ATITUDE !!!
Você sabia que...
- Mais de um bilhão de pessoas no mundo vive com menos de um dólar por dia;
- Cada dia, morrem, por causa da fome, 24 mil pessoas. 10% das crianças, em países em desenvolvimento, morrem antes de completar cinco anos...
- um terço da população é mal alimentado e outro terço está faminto.
- Que a cada dia 275 mil pessoas começam a passar fome ao redor do mundo. O Brasil é o 9º pais com o maior número de pessoas com fome...
- Atualmente, cerca de 1,2 bilhão de pessoas se encontra no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões.
Você Sabia?
- Mais de um bilhão de crianças, a metade dos menores do mundo, é castigado pela pobreza, as guerras e a Aids;
- Todos os dias, o HIV/AIDS mata 6.000 pessoas e infecta outras 8.200 .
- Todos os anos, seis milhões de crianças morrem de má nutrição antes de completar cinco anos.
- Cerca de 90 mil crianças e adolescentes são órfãos no Brasil, à espera de uma adoção.
- a escassez de água já atinge 2 bilhões de pessoas. Esse número pode dobrar em 20 anos...
Você Sabia?
- Cerca de 100 milhões de pessoas estão sem teto;
- No Brasil, são 33,9 milhões de pessoas sem casa. Só nas áreas urbanas, são 24 milhões que não possuem habitação adequada ou não têm onde morar.
- Que vinte e cinco milhões de pessoas são dependentes de drogas no mundo;
- Que os indígenas continuam a ser vítimas de assassinatos, violência, discriminação, expulsões forçadas e outras violações de direitos humanos.
Você Sabia?
- Mais de 2,6 bilhões de pessoas não têm saneamento básico e mais de um bilhão continua a usar fontes de água imprópria para o consumo.
- Cinco milhões de pessoas, na sua maioria crianças, morrem todos os anos de doenças relacionadas à qualidade da água.
- No mundo inteiro, 114 milhões de crianças não recebem instrução sequer ao nível básico e 584 milhões de mulheres são analfabetas.
Você Sabia?
- Que é gasto 40 vezes mais dinheiro com cosméticos do que com doações...
- é gasto 10 vezes mais dinheiro com armas do que com educação básica;
- O Brasil é campeão mundial de desmatamento. Em segundo lugar está a Indonésia: 18,7 km2 por ano e, em terceiro, segue o Sudão, com 5,9 km2.
- O país perdeu um campo de futebol a cada dez minutos na Amazônia, nos últimos 20 anos.
...Agora você já sabe.
E vai ficar aí parado? Tome uma atitude.
Milhões de Pessoas em Pobreza Extrema Precisam da sua Ajuda!
Seja Voluntário você Também! Junte-se a nós.
Planeta Voluntários
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
CAMPANHA PUBLICITÁRIA
Esta é a campanha publicitária do City Bank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors.
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo /pai/mãe/filho/filha/ namorada/namorado/marido/esposa/irmão/irmã...etc... )do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
50 ANOS DA OLYMPUS - THE BEST
Este vídeo é uma peça publicitária, onde a Olympus tirou mais de 60 mil fotos, “revelou” 9.600 delas e usou 1.800 para fazer o filme que você verá abaixo e que, segundo a empresa, não tem nada de pós-produção. É uma colagem pura e simples. Um espetáculo de criatividade. Muito legal.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
SURPRESA DE MEL
Ingredientes
Qtde Medida Ingrediente
1 Lata(s) Leite condensado
3 Colher(es) de sopa Chocolate em pó
1 Colher(es) de sopa Manteiga
1/2 Unidade(s) Sorvete de creme KIBON
200 Grama(s) Pão de mel comprado pronto
À gosto Raspas de chocolate ao leite
Modo de preparo
1. Em uma panela misture o leite condensado, o chocolate em pó e a manteiga.
2. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até ferver e desgrudar do fundo da panela.
3. Despeje em uma tigela e reserve até esfriar.
4. Em uma tigela pequena, redonda e funda, coloque o sorvete de creme e cubra com o pão de mel esfarelado. Leve ao freezer por 1 hora.
5. No momento de servir, despeje o brigadeiro e decore com as raspas de chocolate.
Fonte: MSN
sábado, 9 de janeiro de 2010
A VIDA RESUMIDA EM 5 GARRAFAS
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa
PARA SHOWS CONTRATE
CASSANDRA CALABOUÇO
Apresentadora * Hostess * Shows * Dublagens * Festas * Eventos
Oficina de Sensualidade * Chá de Lingerie * Animação de Cumbia
Contatos pelo Email
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
COM QUE VINHO VOCE PASSA O REVEILLON ?
Uvas para vinhos tintos
Alicante (ou monastrell, mataro, mourvèdre): espanhola, essa uva também é conhecida como Monastrell, em outras regiões da Espanha. Produz bons vinhos, secos e equilibrados, com sabor marcante de frutas vermelhas, como cereja, amora, framboesa. No sul da França, essa mesma uva é conhecida como Mourvèdre. Geralmente é misturada a outras uvas, como shyrah, grenache e cinsault.
Países: França, Espanha e Austrália
Harmonização: carnes, sopas, chouriço e salame. Queijos amarelos e pães salgados.
Barbera: típica do Piemonte, noroeste da Itália é uma das variedades mais cultivadas do país. Resulta em vinhos leves, ideais para o dia-a-dia do verão e da primavera. Tem exemplares escuros e frutados, com alta acidez.
Países: Itália (Piemonte), Estados Unidos (Califórnia) e Argentina.
Harmonização: massas com molho de tomates frescos, queijos amarelos (gruyére itálico), carnes leves e aves.
Cabernet Franc: originária da região Bordeaux, na França, é mais leve e com menos taninos que a cabernet sauvignon, amadurecendo mais cedo. É muito usada junto a outras uvas, como a cabernet sauvignon, merlot e petit verdot.
Países: França (Bordeuax, Loire), Argentina, Austrália, Estados Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia
Harmonização: uma boa opção para sanduíches e refeições rápidas. Vai bem com carnes leves, aves defumadas e sopas.
Cabernet Sauvignon: resultado do cruzamento cabernet franc com a sauvignon blanc, a cabernet sauvignon é considerada a rainha das uvas. É a mais difundida em todo o mundo e responsável pelos melhores rótulos do planeta. Aparece em grandes vinhos de Bordeaux (Latour, Mouton-Rothshild, Lafite, Latour, Margoux, entre outros). Aposte nos Cabernet Sauvignon com safra acima de 4 anos, pois eles precisam de um tempo de amadurecimento no produtor, a fim de afinar os taninos agressivos, e dar corpo ao vinho. Aí sim aparece o valor da variedade, sua estrutura, seu corpo, seus aromas de cassis e ameixas pretas, tabaco, tons de cacau, baunilha. Enriquece quando misturada à merlot, cabernet franc, shiraz, petit verdot ou malbec. Na Austrália geralmente é mesclado ao shiraz. Produz os melhores tintos do Brasil e do Chile.
Países: França (Bordeaux), Estados Unidos (Califórnia), Chile, Argentina, Austrália, África do Sul, Itália e Brasil.
Harmonização: carnes vermelhas, goulash, strogonoff, souflés de queijo e batatas; carne seca com purê de mandioca
Carmenère: hoje pode-se dizer que trata-se de uma uva chilena, mas é originária de Bordeaux, na França, e aparece também na Califórnia e na Argentina. Seus vinhos não devem ter consumo imediato, pois antes de três anos estarão desequilibrados devido à acidez e aos taninos agressivos.
País: Chile
Harmonização: carnes vermelhas, feijoada e assados. Não deve ser utilizada para acompanhar pratos com molho de tomate ou pratos leves e saladas.
Malbec: sua terra hoje é Mendoza, na Argentina. Embora, seja originária de Bordeaux, onde é muito tânica e usada somente misturada a outras cepas. Garrafas que apresentam safras menores do que três anos abrigam vinhos desequilibrados, com álcool, acidez e taninos acentuados.
Países: França, Argentina e Chile
Harmonização: carnes vermelhas, churrasco, feijoada, e queijos fortes. Não combina com saladas, defumados, queijo gorgonzola, nem molhos à base de tomates.
Merlot: seu berço de produção é em Bordeaux, na França, mais precisamente em Saint-Emilion, da onde nascem os famosos Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus. Espalha-se por todo o mundo, com destaque para os produzidos no Chile, Califórnia e Nova Zelândia. Pode desenvolver aromas de chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com a maturação correta.
Países: França (Bordeaux), Norte da Itália, Estados Unidos, Chile, Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil.
Harmonização: faz boa dupla com carnes, caças e aves, exceto o frango e queijos amarelos. Também combinam com carne de porco, batatas, mandioca frita e ervilhas.
Nebbiolo: originária do Piemonte, na Itália, é a mãe dos melhores e mais valorizados tintos italianos: Barolo e o Barbaresco. São bebidas intensas, frutadas, com alta acidez, o que torna obrigatório seu envelhecimento. Esses sim, quanto mais velho, melhor. Geralmente, espera-se no mínimo quatro anos para abrir uma garrafa
País: Itália
Harmonização: assados (coelho, javali, vitela) com molhos expressivos (rôti e funghi).
Periquita: produz o mais famoso vinho de Portugal, fora o Porto. Leva o mesmo nome de Periquita.
País: Portugal
Harmonização: aves e assados de carne suína (pernil e lombinho). Tortas salgadas, de queijo, frango com catupiry, bacalhau ou palmito.
Pinot Noir: uva típica da Borgonha, produz os vinhos mais admirados do mundo. Os exemplos mais clássicos são os renomados (e caros) vinhos de Romanée-Conti, Volnay, Clos de Vougeat e outros tantos da Borgonha. A uva também faz parte da receita que compõem os vinhos da Champagne.
Países: França, Califórnia, Chile, Itália, África do Sul.
Harmonização: perfeito para aves, caça, vitela, javali e carna suína. Carnes vermelhas bem preparadas e queijos
Sangiovese: é a base dos grandes vinhos da Toscana, boa parte da Úmbria, e Lazio (próximo a Roma), como Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobilo de Montpulciano.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina
Harmonização: salada de radicce com tomates ao vinagrete de ervas, capeletti in Brodo, ossobuco e risoto Milanês, terrine de pato, fettuccine com almôndegas e molho de tomates ou uma pizza ao molho de tomates.
Syrah/Shiraz: trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França), onde é conhecida como uva do Rhone, que resulta vinhos de coloração intensa, bem encorpados e aromas de frutas vermelhas. Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. É responsável pelos grandes rótulos da Austrália.
Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina
Harmonização: carnes, aves e queijos amarelos, fondues, crepes e soufflés.
Tannat: original de Bordeaux (França), hoje é a variedade que reina no Uruguai, altamente tânica e com perfume de amora e framboesa.
Países: Uruguai e França.
Harmonização: pato assado, presunto cru ou cozido, pizza margherita ou calabresa. Costela no bafo ou um prato de frango assado, com polenta e agrião.
Tempranillo: considerada a melhor uva tinta espanhola, cultivada nas regiões de Rioja e Ribeira del Duero. Resulta um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que envelhece bem no carvalho que lhe confere aromas de tabaco.
Países: Espanha, Portugal e Argentina
Harmonização: carnes grelhadas
Uvas para vinhos brancos
Chardonnay: tem origem nas regiões de Champagne e Borgonha (França), mas hoje está espalhada pelo mundo todo por sua facilidade de cultivar e vinificar. É usada na produção de clássicos de alta qualidade e reputação na Borgonha, como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé, além de ser um importante ingrediente do champanhe.
Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália, Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina, Brasil
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas. Ou mesmo acompanhando frutas e queijos num final de tarde de outono.
Chenin Blanc: original do vale do Loire (norte da França), já próximo do Atlântico, responsável pelo famoso Vouvray, dá vinhos secos ou doces
Países: França (Loire), EUA, África do Sul (conhecida como steen), Austrália e Nova Zelândia.
Harmonização: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas, sendo uma boa pedida para fondues de queijo.
Gewürztraminer: famosa uva branca da Alsácia (nordeste França), já na fronteira com a Alemanha. A palavra alemã "gewürz" significa aromático, temperado e "würz" quer dizer tempero, especiarias. Daí a produção de vinho frutado, muito aromático, com sabor complexo.
Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia.
Harmonização: comida regional da Alemanha e da Alsácia, como um kassler (carré de porco) com repolho roxo maturado, batatas cozidas amanteigadas e purê de maçãs. Queijos brie e camembert, com geléias de pimenta e torradas são outras boas combinações
Muscat (Moscato e Moscatel): usada para vinhos secos na Alsásia e para espumantes italianos do tipo Asti Espumante e Moscato Bianco, esta uva é plantada no mundo todo é própria de vinhos doces perfumados.
Países: França (Alasácia), Portugal, Espanha e Itália
Harmonização: bolos e doces.
Pinot Gris: uva da família pinot noir do nordeste e leste da França. No norte da Itália é a Pinot grigio. Produz vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais ricos e perfumados, na região francesa da Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia
Harmonização: acompanha bem saladas e pratos leves, queijo de cabra e bruschetta.
Prosecco: encontrada na região de Vêneto, na Itália, resulta em espumantes frescos, frutados, com pouco acidez.
Países: Itália, Brasil
Harmonização: com canapés, saladas, mousses salgadas e salmão fresco ou defumado e comida japonesa.
Riesling: considerada a melhor uva branca do mundo ao lado da chardonnay. Original do vale do Reno, na Alemanha (Baden) e na França (Alsácia), produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo, aromas delicados e florais.Os melhores riesling são encontrados na Alemanha.
Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França (Alsácia) e EUA.
Harmonização: comida alemã, como salsichas, batatas souté, carré de porco, kassler, chucrutes, maionese de batatas e arenque. Saladas, queijos amarelos, frios, cogumelos, salmão fresco ou defumado e aspargos.
Sauvignon Blanc: Apresenta acidez aguda e aromas frutados. Uva de ótima qualidade, também é comparada a chardonnay.
Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e África do Sul.
Harmonização: peixes, ostras, carne branca, pratos simples e saladas.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
CREME CÍTRICO DE DAMASCOS
Ingredientes:
Iogurte natural desnatado - 200 ml ( 1 unidade pequena)
Damasco seco - 56 gr (8 unidades médias)
Suco de laranja (sem açúcar) 247,5 ml (1 e ½ copo pequeno)
Adoçante em pó para culinária (sucralose) 4 gr (2 colheres de sopa)
Gelatina em pó sem sabor - 11,88 gr (1 sachê)
Modo de Preparo:
Cozinhe os damascos picados no suco de laranja e adoçante. Deixe esfriar. Bater no liquidificador com o iogurte e a gelatina sem sabor (diluída conforme as instruções da embalagem). Coloque em um refratário, leve a refrigeração até ficar firme e sirva a seguir.
Rendimento: 6 Porções
Calorias Total: 371,04 Kcal
Por porção: 61,84 Kcal
Receita extraída do Livro Saúde & Sabor com Equilíbrio Nutricional da Nutricionista Roseli Rossi.
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Boa sorte
UM GPS PROJETOR
Criado na Coréia do Sul por Jin-Sun Park e Seon-keun Park, Maptor é um acessório indispensável para travessias por caminhos desconhecidos em qualquer lugar do mundo. Tem o formato de uma pequena lanterna e é um aparelho GPS, que exibe mapas usando um micro projetor interno. Os mapas podem ser projetados sobre qualquer superfície plana, até mesmo na palma da mão.
Utiliza a base de dados do Google Maps e no mapa projetado uma seta vermelha aponta exatamente o lugar onde a pessoa está. Os controles do Maptor são simples mas completos: comando de liga/desliga e uma tecla que comanda as opções de zoom e ampliação geral da tela. Funciona com pilhas e vem com Bluetooth para facilitar o download dos mapas.
Detalhe ecológico: a estrutura externa do Maptor é toda feita com plástico biodegradável. Os inventores garantem que as imagens são visíveis com muita nitidez mesmo em plena luz do dia. Já se pode imaginar o desenvolvimento dessa tecnologia para apresentações PowerPoint, dispensando o uso de projetores tipo datashow. Por enquanto não há previsão de comercialização do Maptor no Brasil.
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