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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

GRAFITE NAS RUAS



Uma certa vez fizeram algo semelhante em uma das ruas de Porto Alegre , porém foi pintado um código de barras no lugar , deu uma encrenca danada pois disseram que atrapalhava o Trânsito.

Tudo começou no outono de 2001. Peter Gibson, ou Roadsworth, queria menos carros e mais bicicletas nas ruas de Montreal e começou a brincar com os sinais e indicações de trânsito pintadas no asfalto, usando a técnica básica do stêncil. Com suas máscaras e tintas, passou a criar divertidas "obras de arte" urbanas mas que, obviamente, não agradaram a todos. Três anos depois, ele acabou sendo preso devido às suas atividades noturnas e incriminado em 53 acusações.Mas se teve quem achou errado o tipo de arte de Roadsworth, também teve quem adorou e por isto sua pena foi bastante branda. Hoje ele continua fazendo suas pinturas, mas em locais onde não terá problemas com a lei. Isto inclui desde intervenções gráficas no estacionamento para apresentações do Cirque du Soleil até marcações em trechos do Tour du France. Gostando ou não de suas criações, uma coisa não se pode negar: ele sabe chamar atenção.

MATAMBRE RECHEADO


- 2 colheres (sopa) de azeite
- 100 g de bacon em fatias
- 1 peça de matambre (matambre é a parte de músculo que
cobre a costela)
- sal e pimenta-do-reino a gosto
- 100 g de presunto em fatias
- 2 ovos ligeiramente batidos
- Meia cebola cortada em fatias
- 100 g de azeitonas verdes sem caroço e fatiadas
- 100 g de queijo mussarela fatiado
- salsinha rasgada e 3 cebolinha inteiras
- 1 cenoura em cubos
- 1 cebola em cubos
- 1 salsão em cubos
- 1 tablete de caldo de carne
- sal a gosto


VINAGRETE URUGUAIO


INGREDIENTES:


- suco de 2 limões
- azeite em fio
- 1 tomate sem sementes picado
- 1 cebola pequena picada
- 2 colheres (sopa) de mel
- 2 colheres (sopa) de mostarda
- 2 ovos cozidos e picados
- sal a gosto
Modo de Preparo
1º - Numa frigideira com o azeite doure o bacon em fatias.
Retire o bacon da frigideira, seque-o em papel toalha, corte em
pedaços pequenos e reserve. OBS: reserve a frigideira com a
gordura do bacon.
2º - Coloque a peça de matambre numa superfície lisa, salpique
sal e pimenta-do-reino a gosto e comece a colocar o recheio da
seguinte forma: com a peça de matambre aberta coloque uma camada
de presunto em fatias (100 g). Depois com um pincel salpique um
pouco de ovos ligeiramente batidos (2 ovos), faça uma camada com
a cebola cortada em fatias, salpique mais um pouco de ovos por
toda extensão da peça e distribua as azeitonas verdes sem caroço
fatiadas. Polvilhe os pedaços de bacon dourados (reservados
acima), mais um pouco de ovos batidos, depois o queijo mussarela
fatiado, o restante dos ovos batidos e disponha salsinha rasgada
nas mãos e as cebolinhas inteiras.
3º - Enrole o matambre, no sentido das fibras (para que quando
estiver pronto você corte no sentido contrário das fibras e a
carne se mantenha macia). DICA: enquanto estiver enrolando, tente
deixar o recheio todo envolvido pela carne para que ele não saia
na hora do cozimento. Feche bem a carne com um barbante e
salpique sal e pimenta-do-reino a gosto (opcional).
4º - Na frigideira com a gordura do bacon coloque o matambre
recheado e doure todos os lados (+/- 10 minutos).
Retire o matambre, tire o barbante e reserve.
5º - Na mesma frigideira com a gordura do bacon doure os cubos de
1 cenoura e de 1 cebola. Depois de dourados adicione 1 salsão em
cubos, misture e reserve.
6º - Transfira o matambre selado para uma panela de pressão,
adicione os legumes da frigideira (adicione a gordura também),
complete com 2 litros de água quente (suficiente para cobrir a
carne), junte o tablete de caldo de carne e acerte o sal. Feche a
panela e conte 1h30m depois que começar a chiar. Retire a pressão
e abra a panela.
Sirva fatias do matambre com salada de agrião, molho vinagrete
uruguaio e mandioca cozida no caldo do matambre (que ficou na
panela de pressão).

VINAGRETE URUGUAIO
Numa tigela coloque suco dos limões. Vá adicionando o azeite em
fio e ao mesmo tempo vá batendo com um batedor de arame, para
emulsionar a mistura, até ficar densa. Junte o tomate sem
sementes picado, a cebola pequena picada, o mel, a mostarda, os
ovos cozidos e picados e sal a gosto. Misture e sirva com salada
de agrião.
Fonte Mais Voce

LEITURA EDIFICANTE


Faz de conta que você é um trapezista e que está numa plataforma a 20 metros de altura esperando sua vez de se lançar no espaço vazio. Você se preparou, fez vários treinos com e sem rede e sabe que pode contar com seus companheiros que estão ali do outro lado. Naquele centésimo de segundo antes de se jogar, tudo o que você precisa fazer é encher o peito de confiança: em si mesmo e, principalmente, é claro, nos outros. Você inspira fundo, toma impulso e vai como se fosse possível voar sem asas e desafiar a lei da gravidade para sempre naquele curto espaço de tempo. E, quando inexoravelmente começa a cair, alguém pega com vontade nos seus pulsos e o traz de volta para aquela coreografia impossível e bela sob o céu colorido de um picadeiro.
Uma das cenas mais bonitas entre pais filhos é ver uma criancinha correr de braços abertos em direção a seu pai ou sua mãe para se jogar neles com a maior felicidade. Ela sabe que vai ser amparada e acolhida com segurança e amor e por isso não tem a menor dúvida. Isto é, ela tem total confiança na vida. E o que faz alguém se lançar no mundo com essa mesma coragem, determinação e alegria?
Isso mesmo, a confiança. A própria palavra confiança tem em si mesma o segredo de como ela nos dá essa força que nos permite ultrapassar nossos próprios limites e medos para acreditar na begnidade da existência. Confiar vem do latim con fides, isto é, com fé. A confiança, portanto, é uma questão de fé. A gente pensa que a fé pertence ao universo da religião, que está apartada da vida comum, mas isso não é verdade. É a fé que nos preenche o coração na hora de nos atirarmos num projeto, nos entregarmos em relacionamentos, perseguirmos um objetivo. Não se pode saborear plenamente a vida sem fé. Ela é nosso mais poderoso catalisador de energias.
E fé é muito mais que crença ou dedução de um raciocínio lógico. Ela é incondicional. Isto, é não depende de conclusões, lógicas, probabilidades, previsões. Muitas vezes, até, ela vai exatamente em direção oposta ao que tem chance de dar certo. A fé, basicamente, é um exercício dinâmico de coragem. E coragem, como o próprio nome diz, é ter o coração na ação. Quando colocamos o coração naquilo que fazemos, somos impulsionados pela fé, pela confiança. Ultrapassamos assim uma série de bloqueios e obstáculos, internos e externos, com resultados impossíveis de serem atingidos sem sua presença.
Por isso a confiança é tão poderosa. Dezenas de pesquisas mostram que a fé é decisiva para a manutenção da saúde, por exemplo. Pode ser tanto a fé em Deus quando a fé na v ida, num sonho, num projeto. Mas ela é fundamental para nossa saúde física e psíquica, diz Sueli Gevertz, psicóloga e coordenadora de comunicação da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Então a próxima pergunta é: se a confiança na vida é tão importante, por que não nos atiramos de peito aberto de uma vez por todas? É o que veremos em seguida.
Couraças musculares
Vamos voltar para o exemplo da criancinha que se atira nos braços do seus pais. Logo, logo ela vai perceber que o mundo não é tão generoso e seguro quanto esse abraço reconfortante. E que, se estiver de peito aberto, pode se ferir. E aqui vamos encontrar o principal motivo da perda da confiança: o medo da dor.
Esse temor, segundo o criador da bioenergética, Wilhelm Reich, vai se refletir no corpo formando couraças musculares, que são a corporificação física dos nossos medos e defesas. Vamos enrijecendo, tanto psíquica quanto fisicamente. Até o ponto de nos tornarmos totalmente tortos, se as defesas forem desproporcionais à realidade. O medo, como as couraças, é necessário na vida, porque nos protege e nos ajuda a sobreviver. O que não pode é sempre querer enxergar a existência apenas através dele, diz a psicoterapeuta corporal paulista Irene Cardotti, especializada em bioenergética e terapia ocular. Isto é, há o momento da couraça, do escudo e da defesa, como também existe a hora do peito aberto e da entrega. E como fazer essa escolha com sabedoria?
Uma das respostas é se manter firme sobre seu próprio eixo. Quando a gente tem os pés bem plantados no chão, está firme, seguro. Temos confiança porque sabemos que não é qualquer coisa que vai conseguir nos derrubar, diz Irene. A figura da árvore frondosa, com seu tronco firme mas com seus galhos flexíveis acompanhando o vento, é muito útil para a gente visualizar quem tem confiança na vida e sabe se adequar a seus movimentos e impermanências, diz Irene.
Outra saída para dissolver as couraças é ativar o corpo com exercícios de flexibilização, como ioga, tai chi, dança, circo, alongamento e práticas de bioenergética. E saber descarregar o excesso de energia na terra, andando descalços, por exemplo. É preciso aprender a reconhecer que não podemos carregar pesos emocionais em excesso. Eles podem se acumular no corpo, na couraça dos ombros, por exemplo, e a gente fica como se fosse o gigante Atlas, carregando o mundo nas costas, curvado, tenso, fechado, incapaz de abrir os abraços, mostrar o peito e confiar no mundo, afirma a psicoterapeuta. Isto é, além de soltar o corpo em exercícios de flexibilzação, é preciso saber descarregar a energia. E saber dizer não, não posso, quando o peso emocional for excessivo. Com o tempo e ao autoconhecimento, sabemos perfeitamente quando o peso que conseguimos suportar já deu, diz Irene.
Flores, uvas e pêssegos
Mas o que dizer se realmente a gente foi muito machucado durante a vida? Como voltar novamente a confiar no mundo? A artista plástica Isabel Abranches (nome fictício), por exemplo, sofreu um ataque sexual aos 16 anos, na saída da escola. Foi muito traumático para ela. A mãe nunca soube de nada (nunca contaram a ela por causa de sua rigidez e intolerância), mas o pai decidiu, de comum acordo com Isabel, que era melhor a jovem viver algum tempo em outra cidade. E assim ela foi para a casa da sua avó Güeli, num pequeno vilarejo do Rio Grande do Sul. O casarão ficava entre parreiras de uvas negras muito doces e pés de pêssego. Em seu pequeno quarto, todos os dias havia flores frescas no vasinho do criado-mudo deixadas silenciosamente pela velha senhora. Também sempre havia uma surpresa para Isabel na hora da sobremesa: morangos em calda, ovos nevados, bolo de chocolate. Na mesinha de estudos, não faltavam lápis coloridos para ela pintar e desenhar. E Isabel ainda tinha o prazer de ouvir as saborosas histórias de vida da avó Güeli à noite, que a faziam rir, sonhar e ter fé novamente na benevolência da existência. Ficaram amigas, profundamente amigas: duas mulheres, uma velha e outra jovem, que tinham a exata perspcctiva do que haviam passado, tanto sofrimentos quanto alegrias. Um dia minha avó me disse que eu era uma pessoa muito especial, que faria escolhas especiais na vida, e que por isso poderia ajudar muita gente, compartilhando minhas experiências, tanto as tristes quanto as alegres. Com essa frase, ela me deu a permissão de ser novamente eu mesma, do jeito que eu sou, diz ela. Isabel se voltou para as artes plásticas e aos 17 anos conheceu Rodrigo, seu amoroso companheiro há três décadas. É tão feliz, alegre e confiante que se tornou instrutora de um grupo espiritual. Hoje ela é capaz de ajudar outras pessoas a abrir de novo seu coração com confiança, mesmo depois de uma experiência traumática.
Às vezes temos a sorte de ter uma avó Güeli na vida para nos curar. Mas, se não tivermos, também podemos fazer isso a partir de nós mesmos: reaprender, aos pouquinhos, a nos presentearmos com pequenos prazeres, apostar de novo em nossos sonhos e ideais, descobrir novos talentos e dar um voto de confiança ao futuro. Talvez seja preciso terapia ou a ajuda de um grupo de apoio, mas o caso tem solução e certamente o sol poderá voltar a brilhar outra vez.
Como água no vasilhame
Quando se mora quase 30 anos fora do Brasil em nove países diferentes, enfrentando realidades tão distintas quanto a de belas cidades de pedra do século 17 na Bélgica ou o ambiente úmido da floresta amazônica no Suriname, é preciso ter uma confiança básica e elementar na vida. É o caso de Mônica Vilhena, que foi oficial de chanceleria do Brasil no exterior. Ela tem uma maneira poética de se expressar sobre esse assunto: A confiança é como a água, que se adapta a cada vasilhame. Ela está sempre ali, independentemente do que acontece. A situação pode mudar que ela não desaparece nem muda de volume, diz ela. Essa é a confiança verdadeira, assegura Mônica, que tem a humildade e a abertura necessárias para se adaptar a diferentes cenários. Ela enxerga o sucesso e a realização em cada situação e não vê a vida como uma sucessão de êxitos e fracassos. Por isso, não se pode perdê-la nunca, diz.
Para manter essa maneira de encarar a vida, Mônica se apoiou na sabedoria do corpo. Há 22 anos pratica e ensina biodanza, método criado pelo antropólogo chileno Rolando Toro (que esteve em março no Brasil). Apreendeu a sentir as dores emocionais sem sucumbir e a resgatar uma confiança inexorável na vida, com base, principalmente, em movimentos corporais. É só olhar para uma pessoa confiante: ela diz isso fisicamente, por meio de suas expressões corporais. E o primeiro passo para viver isso é se apoderar do próprio corpo, vivenciá-lo, senti-lo, habitá-lo, e liberar as dores emocionais que podem estar aprisionadas nele. Isso é muito curativo, afirma a instrutora.
A pessoa que confia está a léguas de distância daquele otimista insuportável que sempre acha que tudo vai dar certo, afirma a psicoterapeuta carioca Natália Assunção. O otimista de carteirinha parece que está inchado, inflado como uma bola de gás. Tudo nele tem um ar forçado, artificial. O otimista quer que as coisas dêem certo, custe o que custar. Já a pessoa confiante exala naturalidade, graça, leveza. Ela não é obsessiva diz Natália.
Então é isso: quem confia se sente seguro e tem fé na vida, não importando o que vai acontecer. Prepara-se, física e psicologicamente, tem ajuda ou pede por ela, treina muito e como Zorba, o grego (do clássico do cinema), depois do baque inicial, é até capaz de dançar com um sorriso sobre o próprio fracasso. Sinceramente, talvez você e eu ainda não tenhamos chegado a esse ponto verdadeiramente invejável. Mas tenho certeza de que, com um pouco de prática, entrega e abertura, ainda chegará o dia em que finalmente teremos coragem de chegar à pontinha da plataforma do trapézio, contemplar o ambiente e nos atirarmos. Com muito mais confiança.

20 MINUTOS DE RELAXAMENTO

As nossas tarefas diárias nos conduzem a um vórtice de trabalho e estresse rotineiro e crescente. O mundo material e as nossas necessidades sociais acabam nos dragando para um círculo vicioso no qual percebermos, tardiamente, nossa participação in-voluntária. A fadiga e a estafa acabam por nos alarmar, mas alguns sintomas mais genéricos e comuns passam despercebidos como a baixa imunidade, por exemplo.É tácito então o ser humano buscar um tempo para se reequilibrar. Encontrar um meio de baixar a rotatividade e a velocidade. Relaxar. Pensando nisso pesquisei algumas fontes para direcionamento de relaxamento neutro. Os passos abaixo foram retirados e traduzidos do site BBC Health.Bom Relaxamento!

1 – Escolha um lugar calmo e quieto onde você não será interrompido.
2 – Antes de você começar, faça alguns exercícios leves de alongamento para soltar a tensão muscular.
3 – Coloque-se em uma posição confortável, sentado ou deitado.
4 – Comece respirando mais calma e profundamente e sem fazer muito esforço.
5 – Gentilmente tencione e depois relaxe cada parte do seu corpo, começando pelos pés e suba trabalhando até a sua face e cabeça.
6 – Enquanto você se focaliza em determinadas áreas, pense no calor, no peso e no relaxamento de cada parte.
7 – Desvencilhe-se de qualquer pensamento que te distraia; imagine-os flutuando e indo embora.
8 – Não tente relaxar, apenas libere as tensões dos músculos e permita que fiquem relaxados.
9 – Deixe sua mente vazia. Algumas pessoas acham útil visualizar algum local calmo e bonito como um jardim ou mesmo uma floresta.
10 – Permaneça neste estado por cerca de 20 minutos, depois respire fundo e abra os olhos, mas permaneça sentado ou deitado por mais alguns minutos.

PORTATIL WEB CAM COM FIO EXTENSOR

Para quem tem notebook e considera sua webcam ruim ou mesmo não tem uma no seu note, a USB Notebook Retractable WebCam 2 pode ser uma boa alternativa.
Ela tem um cabo retratil, o que impede toda aquela todo aquele monte de fios enrolados. Ela grava em até 30 fps e é compatível com Windows XP e Vista. Seu valor é de U$20.99 na GizFiver.
Via: GeekAlerts

APOIO BIZARRO PARA PUNHO

Não existe coisa mais sem graça do que apoio para o punho, tudo bem, eu não posso reclamar pois eles tem um objetivo para auxiliar na saúde do usuário, e não para divertir e achar legal.
Mas o Halloween Bloody Hand/Foot Wrist Rest mudou um pouco meu conceito, talvez este não seja bonito, mas é muito empolgante e “freak” usar partes do corpo humano (não reais, obviamente) como um descanso para o punho.
Você pode comprar o seu pedaço de carne no site da Brando, o produto está disponível na versão mão e na versão pé por U$17.90 :).
Via: Gizmodo

TECLADO SEM BACTERIAS

Sempre tive o “sonho” de poder lavar meu teclado, pois sempre que vou limpa-lo é uma tristeza, começo a bater nele e cai no mínimo um pacote de bolachas inteiro dele. Porém, se eu tivesse o Seal Shield’s Silver Flex eu estaria mais feliz.
Segundo a empresa, o Silver Flex é o primeiro teclado do mundo que é anti-bactérias e que pode ser 100% lavado com total segurança e praticidade, sem preocupações futuras. Em outras palavras, você pode enfiar ele em um balde com água que nada vai acontecer. Você acha que não vale a pena lavar o teclado e que ele não abriga bactérias? Lá vai uma curiosidade: você sabia que o teclado abriga em média 400 vezes mais bactérias do que um banheiro? Acho que não preciso falar mais nada né!?
O teclado é feito de silicone e é totalmente flexível, o que o torna mais prático para o transporte. Sobre a proteção contra bactérias, ele utiliza íons de prata puros e naturais, que são integrados ao plástico, criando assim uma solução anti-bacteriana natural.
O legal é que o Silver Flex está disponível no site do fabricante por apenas U$50.
Via: Electronista

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

TERÇA FEIRA - Dia de um Peixinho no Almoço



Photo by Gatto

Filé de Peixe Frito


6 filés de pescadinha ou outro peixe de sua preferência

Farinha de trigo

Farinha de Pão ( Rosca )

2 ovos inteiros

Óleo de soja

Pimenta

Limão

Sal e Cominho em Grãos



Seque bem os filés com um pano de pratos.

Temperar com sal, pimenta e suco de limão a gosto.
Deixe descansar por 15 minutos. Bater o ovo num prato fundo. Passar o filé pelo ovo, deixando escorrer o excesso.
Em seguida passar pela farinha de rosca novamente pelo ovo e na farinha de trigo até empanar bem o filé. Fritar em óleo bem quente, sem deixe queimar. Escorrer em papel absorvente.

Dicas, o pulo do Gatto:
O uso da Farinha de rosca para empanar o filé vai resultar numa fritura mais crocante e sem excesso de óleo. O característico cheiro de fritura de peixe pode ser evitado colocando-se sobre o fogão um copo contendo vinagre de álcool. Tanto no amido quanto na farinha de trigo pode-se adicionar um pouco de sal para obter um tempero mais uniforme.

CARREGADOR SOLAR


Você é uma pessoa ecologicamente correta e tem até um carregador solar para o seu iPod? Mas o que fazer quando o tempo está fechado e o sol sumido? Recarregar o iPod usando uma tomada elétrica?

O “Mini Kin Green Power Generator” é um carregador a vento para iPods e outros gadgets! O Mini Kin usa uma pequena turbina para recarregar pequenos aparelhos eletrônicos usando energia eólica!

O Mini Kin vai ser vendido em breve pela IWOOT por US$60.

Via CraziestGadgets.

CACHORRO DO BOB MARLEY ?

Não dá pra ter certeza só de olhar mas pelo tipo de pelagem, gerando esses dreadlocks parece que este cachorro é um Cão de Komondor.O Cão de komondor surgiu na Ásia Central e dali foi carregado para a Hungria por uma tribo de pastores chamado magiares. Isso foi há mais de mil anos.
O cão de Komondor funcionou bem para os magiares porque ele é um excelente guardião de rebanhos, além de ser um cão absolutamente leal e corajoso, se saindo muito bem com o pastoreio de cabras e ovelhas. Especialistas acreditam que a raça é uma descendente do antigo cão do Tibet. Embora o cão de Komondor seja um animal bastante antigo, seu padrão oficial só veio a ser reconhecido em 1920.
Como ele é um cão bastante resistente, devido ao seu ambiente rústico no qual se originou, ele se adapta em qualquer lugar, sendo reconhecida sua excelente adaptabilidade. Como a raça é originada em em Putsza, a estepe húngara, onde os invernos são bastante rigorosos e os verões muito quentes, suportando uma enorme variação climática. Sua maior característica é este pelo encordoado, que lembra as tranças dos rastafaris. A pelagem é um regulador térmico repelente a água. Curiosamente, ele é um cão muito limpo e não tem odor forte como a maior parte das raças caninas.
O cão surpreende positivamente quando usado como cão de guarda. Bastante leal aos donos e com um senso territorial bastante aguçado, o Komondor é extremamente alerta, não perdendo qualquer movimento que ocorre nas proximidades. A raça é de grande porte, podendo chegar entre 70 a 80cm de altura. O cão de komondor ataca ferozmente invasores de seu território e tem como característica o uso da inteligência no posicionamento estratégico. Ele prefere correr para locais altos e com grande amplitude de visão antes de partir para o ataque. Porém, este cão raramente ataca estranhos sem motivo. O ideal é que seja socializado com humanos desde filhotes e assim ele aceitará estranhos desde que apresentados a ele pelos donos, a quem o cão confiará cegamente.
Seu grau de confiança e cuidado com os donos é exemplar. Inclusive os proprietários reconhecem que o cão de komondor costuma ficar “de vigia” com os donos o tempo todo, como se fosse um guarda-costas. Esta raça adora crianças e é extremamente tranqüilo e cuidados com elas. O instinto de proteção do cão de Komondor foi aguçado ao longo de séculos e por isso ele é extremamente cuidadoso com crianças e outros animais, vivendo super bem com aves, gatos, e outros cães, desde que ele assuma a liderança, o que pode ser bastante problemático quando o proprietário já tem um cão metido a alpha que “se acha”. Neste caso o cão de Komondor irá impor sua presença com métodos bastante intimidatórios. Mas fora isso, o cão de Komondor é um cachorro bem legal e bem raro no Brasil. As ovelhas adoram este cão e confiam cegamente nele, muitas vezes dando cria ao lado dele e deixando seus filhotes com o cão quando precisam se afastar.

O CHORO HOJE É LIVRE , ALÍÁS SEMPRE TEM !

Leio no blog de Paulo Santana,

É muito difícil, quase impossível, haver restrição a uma arbitragem quando o escore é de 4 a 1 no Gre-Nal. No entanto, deixo registrado a minha observação sobre os dois primeiros gols do Internacional. Duas faltas inexistentes que redundaram nos dois primeiros gols do Inter. Quando estava zero a zero, ele inventa uma falta que absolutamente não existiu e D´Alessandro fez um belíssimo gol. Quando estava um a um, endureceu o jogo e ele inventa outra falta e deixa que os jogadores colorados cobrarem enquanto o Grêmio pede barreira.
Então é impossível resistir a essa volúpia da arbitragem para favorecer o time que está com o estádio lotado. É verdade também o pênalti claro de Clemer sobre Marcel, mas fica a minha voz solitária.
Uma liderança, que antes era de seis pontos, virou pó.
E a cegueira do treinador Celso Roth? O atacante Marcel, que não vem jogando nada, é o único que não é substituído. E por que que contrataram Moraes? Por que que contrataram esse atacante? Se Marcel não vem jogando nada e o centroavante uruguaio fica no banco? Foi contratado para ser reserva?
É difícil de fazer futebol jogando cinco, seis, e sete partidas com um centroavante inútil dentro do campo. Falta liderança e lucidez ao treinador gremista.
Outra conseqüência funesta da arbitragem: Tcheco não jogará os dois próximos jogos. Uma arbitragem desastrosa a desse gaúcho que eu não sei de onde é que veio.
Mas a minha voz fica muito pálida, solitária, sem autoridade diante dos 4 a 1.
Parabéns aos colorados!


Obs: Sempre é impossível uma derrota para o Grêmio ! Eita time que não sabe perder !!!
MAS SÓ PARA LEMBRAR, COM CHORO OU SEM CHORO !



PÃO JUDAICO CHALÁ

A história da chalá
O pão sempre tem sido o principal componente da mesa judaica. A Torá muitas vezes usa a palavra "pão" ao referir-se à "comida". Hoje, nenhuma refeição de Shabat ou Yom Tov pode ter início sem um par de Chalot frescas na mesa, (exceto logicamente em Pêssach, quando trocamos o pão pela Matsá)."Chalá" é a denominação dada a esse pão trançado especial. Uma mesa com Chalot é um sinal de festividade. Em dias de Shabat e Yom Tov, é uma mitsvá comer uma refeição festiva que tem início com o kidush e o tradicional lavar das mãos antes de comer a Chalá. Em honra à ocasião, fazemos a bênção de Hamotsi sobre um par de Chalot inteiras, não cortadas. Demonstramos assim que D’us provê todas as nossas necessidades, tanto as de Shabat como as de todos dias da semana, mesmo que não trabalhemos no Shabat.O maná diárioQuando os judeus se encontravam no deserto, após a saída do Egito, não tinham o que comer, pois o pequeno suprimento de matsá que tinham trazido já havia se esgotado. Então D’us mandou uma porção diária de Maná, uma comida que caia do céu, em porções individuais para cada pessoa.O Maná continha a propriedade de satisfazer "a todos os gostos" – qualquer sabor que se desejava ou mesmo se imaginava o Maná oferecia. Na sexta-feira nossos antepassados recebiam uma porção dobrada de Maná, pois no Shabat não é permitido carregar algo do campo para o lar. Assim para comemorar este fato, ao invés de iniciar as refeições de Shabat e Yom Tov com pão comum, fazemos a bênção sobre um par de Chalot.Quando o Maná caía no solo ele permanecia fresco, pois estava "forrado" por uma camada de orvalho por baixo e por cima. Este é um dos motivos por que colocamos as Chalot sobre um prato ou travessa, e sobre elas, uma cobertura especial decorada.Deduz-se da descrição bíblica que o Maná lembra em sua aparência sementes brancas de papoula. É por isso que muitos costumam espalhar sobre a Chalá sementes de papoula (ou de gergelim).Os doze pães (lechem hapanim)O Mishcan (Tabernáculo) portátil no deserto, e mais tarde o Templo Sagrado na terra de Israel, era a Casa de Serviço a D’us. Lá havia diferentes utensílios representando diferentes tipos de Serviço. Lá estava a Arca com os Dez Mandamentos e a Primeira Torá escrita; a Menorá de azeite que era acesa a cada dia, representando a luz da Torá; os dois Altares usados para a queima do incenso e sacrifícios; e também a Mesa, representando nossas necessidades físicas (como comida), pelas quais também somos dependentes da Vontade e Graça de D’us.A Mesa tinha sobre si 12 prateleiras abertas. Cada prateleira representava uma das doze tribos de Israel. Cada sexta-feira os Cohanim (sacerdotes) assavam doze pães, e no Shabat trocavam esses pães por aqueles assados na semana anterior. Apesar de passada uma semana, os pães permaneciam frescos e quentes, tal como novos, e eram comidos pelos Cohanim no Shabat. Este milagre é mais uma relação entre a Chalá e o Shabat.Nossa Chalá no Shabat nos faz recordar estes dois milagres: o milagre do Maná é recordado quando fazemos a bênção sobre duas Chalot inteiras; enquanto que o intricado número de tranças de cada Chalá—seis, perfazendo um total de doze – traz à memória o milagre dos pães no Templo.

Fonte http://www.chabad.org.br/

ROSH HASHANÁ

No dia 29 de setembro, os judeus comemoram o Rosh Hashaná, o Ano Novo da religião. Como em toda festa da colônia, a celebração do 5769º ano merece um cardápio especial. Pela tradição, alguns pratos não ficam fora da festa de jeito nenhum.
Após o toque do shofar – instrumento musical feito com chifre de carneiro – as famílias correm para casa, onde um banquete cheio de simbolismos os espera. A maçã com mel, por exemplo, não pode faltar. Todo mundo deve comer, ao menos, um pedacinho para garantir que o ano que começa será tão doce como a combinação. É só cortar a fruta em pedacinhos e mergulhá-la no mel antes de comer.
Outro ingrediente essencial na festa de Rosh Hashaná é o peixe. Os mais tradicionalistas servem o pescado inteiro. Mas a maioria das mesas fica repleta de guefilte fishs, o típico bolinho de peixe, que pode ser preparado com qualquer espécie. ´
Muitos apreciam a iguaria temperada com raiz forte, o que é considerado uma heresia pelos conservadores: afinal, a raiz forte confere um sabor levemente amargo. Comer algo com essas características, na tradição judaica, pode trazer um ano não tão saboroso. Outra tradição é a chalá, pão judaico comumente consumido no shabat. Em vez de seu tradicional formato trançado, no Rosh Hashaná, ela é redonda, em forma de caracol. A idéia é simbolizar os movimentos ascendentes, que todos desejam na entrada de um novo ano.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

TORTA DE FRUTAS

Ingredientes:

Frutas: 10 morangos
2 bananas
1 maça
2 kiwis

1 pêssego em calda
1 pacote de gel de brilho

Creme:
1 lata de leite condensado

1/2 medida de leite
1 gemas
5 gotas de essência de baunilha

Massa:
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de açúcar
3 colheres (sopa) de margarina
150 ml de leite
1 gema
2 claras em neve
1 colher (chá) de fermento

Preparo:

Massa: Em uma batedeira, bata o açúcar com a gema e a margarina até obter um creme. Acrescente alternadamente a farinha e o leite. retire da batedeira, adicione o granulado, as claras em neve e misture delicadamente. despeje em forma untada e enfarinhada e leve para assar em forno médio.

Creme: Misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo baixo por alguns minutos, mexendo sempre, até que fique cremoso. Deixe esfriar e reserve.

Montagem: Após a massa assada, despeje o creme por cima e distribua as frutas cortadas a sua maneira. Prepare o gel de brilho e despeje, imediatamente depois, por cima das frutas. Cubra com filme plástico e leve à geladeira por 2 horas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

PEIXES E FRUTOS DO MAR ( DICAS )

PEIXES

Rico em vitaminas e sais minerais, o peixe é um alimento de fácil digestão e baixa caloria, mas de fácil deterioração, devendo ser consumido de preferência no mesmo dia em que foi comprado. Se for necessário guardar de um dia para o outro na geladeira, embrulhe-o em papel alumínio, para que o cheiro não estrague os outros alimentos, ou congele-o.
Para saber se o peixe é fresco, verifique se as guelras têm cor vermelha, viva. Veja se os olhos estão abertos, claros e brilhantes. Nunca compre peixe com guelras rosadas e olhos opacos, de aparência triste.
O cheiro também identifica um peixe fresco. Mas cheire-o bem junto à espinha, exatamente o lugar onde o peixe deteriora primeiro. Outro truque para reconhecer o peixe fresco é mergulhá-lo numa tigela com água fresca. Se ele flutuar, está estragado.

Escamar um peixe é tarefa simples. Mergulhe-o, rapidamente, em água fervente, depois raspe as escamas utilizando o lado cego de uma faca, partindo da cauda em direção à cabeça. Faça isso dos dois lados. Para tirar a pele, faça uma incisão junto ao rabo e puxe com força. Faça o mesmo do outro lado.

Para limpar um peixe inteiro, abra a barriga, fazendo um corte que vai da cabeça ao rabo. Retire as vísceras, limpe a cavidade, lave e enxugue. Corte a cabeça e o rabo, que não devem ser jogados fora: dão um caldo excelente.

Peixe se descongela na geladeira, lentamente, mas se você estiver com pressa, coloque-o em água corrente.

Não tempere o peixe com alho. Use apenas sal, pimenta e limão. Se quiser, use salsa ou coentro.

Lembre-se que o peixe cozinha rapidamente. Um peixe inteiro, pesando 2 quilos, assa em forno quente em apenas 30 minutos. Para verificar o cozimento, espete um garfo na parte mais firme: se a carne vier em lascas, está pronto.

Peixe preparado sem pele é mais fácil de saber se está pronto: é quando a carne perde a aparência translúcida e fica opaca.

O bacalhau deve ficar de molho de 24 a 48 horas. Haddock exige de 6 a 8 horas. Nos dois casos, a água deve ser trocada constantemente. Se continuarem salgados, cozinhe-os no leite.

CAMARÃO

Para verificar se está fresco, observe se as caudas estão firmes. Caso contrário, rejeite-os.
Para prepará-lo, descasque, retire as pernas e deixe de molho em água fria. Para retirar as tripas, use um destes métodos: encoste a ponta de um palito nas costas e puxe aquele fio preto. Outra alternativa é usar uma agulha de crochê bem fina, pois o gancho puxa a tripa com facilidade.
Retiradas as tripas, lave bem e deixe numa vasilha com sal e limão por alguns instantes. Escorra, enxágüe em água corrente e escorra bem. Depois é só usar conforme a receita escolhida.
Se quiser fritas os camarões, deixe-os de molho, depois de limpos, em água com 1 colher de chá de bicarbonato de sódio. Escorra bem e frite, que ficarão mais crocantes.
Lembre-se que ao ensopar ou refogar camarões, o cozimento se faz rapidamente. Quando ficarem rosados, retire-os com escumadeira, senão ficarão duros. Só acrescente o camarão no molho pouco antes de servir, o tempo suficiente para tomar gosto.

LAGOSTA

O melhor é comprá-las vivas. Mergulhe em água fervente com sal, ervas aromáticas, pimenta em grão e salsinha. Deixe por uns 15 minutos.
Para que não encolham, antes de aferventar, amarre cada lagosta numa tábua e assim ficarão com a forma original.
Deixe esfriar na própria água da panela. Retire as lagostas, elimine as cabeças e caudas, retire as patinhas. Segure o corpo da lagosta com cuidado e enfie um garfo na abertura obtida pela retira da cauda. Force o garfo com jeito e retire toda a carne, sem ter que quebrar a carapaça. Elimine qualquer vestígio de tripa. Utilize conforme a receita.

LULA

Retire a cabeça e as espinhas das bolsas. Corte os tentáculos com cuidado, para não romper as bolsas de tinta.
Tempere e use as lulas inteiras ou cortadas em tiras.

SIRI E CARANGUEJO

O ideal é prepará-los vivos. Mergulhe em água fervente com sal, louro, salsinha, pimenta em grão e limão. Deixe no fogo por uns 20 minutos.
Espere esfriar no próprio caldo. Retire, coloque-o sobre uma tábua, de pernas para cima. Arranque as patas com o auxilio de uma faca e tire a carne. Tire a parte da casca e puxe a carne. Use conforme a receita escolhida.

POLVO

Deixe de molho em água fria e vinagre por uns 15 minutos. Retire com cuidado da água, pois ali fica depositado o excesso de areia.
Tire as peles escuras e a bolsa de tinta. Bata bem, como se faz com a língua de boi, arremessando-a contra a tábua e não como se faz com os bifes, usando martelo de carne. Enxágüe para tirar prováveis vestígios de areia e esfregue bem com limão, como se estivesse enxaguando. Afervente o polvo, inteiro ou em pedaços, num caldo aromatizado feito com água, sal, grãos de pimenta, salsinha, cravo e louro por uns 25 minutos. Depois é só preparar conforme a receita escolhida.

OSTRAS

Lave em água corrente com uma escova dura. Espete a ponta de uma faca na junção da concha e faça pressão. Sirva as ostras cruas, com suco de limão, dispostas sobre cubos de gelo ou prepare conforme a receita de sua preferência.

MARISCOS E MEXILHÕES

Estão frescos se as cascas estiverem hermeticamente fechadas. Lave bem em água corrente, esfregando as cascas com uma escova dura. Para abrir, é só colocar numa panela sem água e sem tempero e levar ao fogo forte por 3 a 4 minutos.
Retire do fogo, acrescente um pouquinho de azeite, cebola e salsinha picada.
Volte ao fogo forte, até que as cascas estejam totalmente abertas. Retire os moluscos das cascas e empregue como preferir. Não misture conchas de vários tipos, pois cada molusco tem um tempo para abrir a casca.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Colbie Caillat - "Realize"

GOTA - Photo by Gatto

DRINK - MOJITO

O mojito é refrescante e perfeito para aquele bate-papo depois do jantar.

O Mojito nasceu no fim dos anos 1930, em um pequeno café-restaurante em Havana, Cuba. O lugar se chamava Bodeguita del Medio, situado perto da catedral, na Calle Emperado. Ali, ele encontrou seu maior fã, o escritor Ernest Hemingway, antes de conquistar as grandes estrelas do cinema, como Marlene Dietrich, Gary Cooper e Sophia Loren.

Ingredientes:
2/3 de rum branco
1/3 de suco de limão
2 colheres (café) de açúcar
16 folhas de hortelã
cubos de gelo
club soda
angostura (opcional)
torrões de açúcar (opcional)

Preparo:
Em um copo alto coloque o suco de limão e o açúcar, acrescente 10 folhas de hortelã e esmague com um amassador (pilão). Despeje o rum e os cubos de gelo e, com uma colher de bar, misture tudo com delicadeza. Complete com club soda. Se desejar, adicione 1 gota de angostura e alguns torrões de açúcar. Para decorar, guarneça com as folhas de hortelã restantes.

Peixe Xadrez com mangas


Peixe é sempre uma boa medida: saudável, saboroso, leve. Se combinado ao doce sabor de uma fruta então fica mais delicioso ainda. Experimente!


Ingredientes

1 cebola cortada em cubos
1 colher de chá de azeite
400 g de cação cortado em cubos
1 colher de sal
1 colher de amido de milho
1 xícara de caldo de legumes
4 colheres de molho shoyu light
2 colheres de molho de tomate
1 manga cortada em cubos
2 colheres de amendoim torrado
Cebolinha verde picada a gosto

Preparo

Refogue a cebola no azeite e junte o peixe. Deixe dourar e adicione o amido de milho dissolvido no caldo de legumes, no molho shoyu e no molho de tomate. Deixe engrossar, adicione a manga, mexa por mais 5 minutos e retire do fogo. Sirva polvilhado com o amendoim e a cebolinha verde.

FOTO DO DIA !