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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A ERA OBAMA

Barack Hussein Obama representa-nos a todos, escuros, claros, muçulmanos, cristãos, judeus, hindus, ocidentais, africanos, asiáticos... Viveu em muitos sítios, na humildade da Indonésia, na bonita casa de Chicago, depois de anos e anos a trabalhar nos bairros pobres do South Side daquela cidade. Ele é fruto do esforço, é fruto do mundo globalizado onde se cruzam bens, pessoas, culturas, frutos e roupa, sapatos e calças, óculos de sol e fast-food, gadgets e carros, crenças e causas, negócios e ócios. Pessoas que viajam de um lado para o outro, estendendo a mão a quem encontram num aperto, seja da mão, seja da vida.
Barack Obama é um de nós, não é um político que vive num mundo que não o nosso. Tem classe, mas é do povo, ele é o Povo! Percorreu os caminhos todos da humildade da pobreza à promessa da América.
Por isso o mundo tem esperança nele.. até os inimigos de Bush, perdão, da América, olham para ele como o novo representante de um novo mundo com quem podem dialogar, aquele mundo em que todos têm o seu lugar e os outros todos respeitam esse lugar, onde todos têm que comer, onde todos têm casas bonitas e escola para aprender os velhos valores de uma nova humanidade.
O novo presidente está já na minha prateleira de heróis, ao lado de Luther King, Gandhi, do bispo Desmond Tutu e Ximenes Belo, ao lado do Che Guevara antes de pegar nas armas de fuzileiro e do Malcom X depois de as largar, ao lado dos meus heróis professores interiores e exteriores e logo abaixo do lugar cimeiro do J.C. que há 2000 anos deve ter tido ainda mais carisma que Obama.
Depois de dia vinte ele começa. Em breve vai exigir à Europa mais participação no Afeganistão, vai exigir trabalho aos Americanos de Ushuaia ao Canadá, e aos Europeus da base aérea dos Açores ao Leste dividido. Vai dialogar sobre trabalharmos juntos para um mundo melhor com os chineses, com os muçulmanos, com os escuros, claros ou pálidos. Vai envolver, vai capacitar, vai sonhar e executar. Mas...
Sozinho ele não vai fazer nada porque mudar o mundo é um trabalho de equipe, de envolvimento, de sonho comum e o mundo está à espera de um salvador da pátria. É por isso que Obama vai desapontar...
Ele até pode fazer a parte dele... se nós não fizermos a nossa...
Obama vai desapontar. -->

Disquete de 5” 1/4 vira capa para CD



Uma boa parte de nossos leitores certamente não chegaram a conhecer estes disquetes de 5,25 polegadas, que armazenavam uma “incrível” quantidade de 360 KB… Mas quem é das antigas com certeza vai adorar esta idéia do designer Adam Faja.
Ele transformou seus arcaicos disquetes em capas para guardar CDs.
As medidas são compatíveis, e não precisa ser nenhum mestre em “Faça Você Mesmo” para transformar este Floppy Disk em uma capa para CD, DVD (ou até Blu-Ray)! =D
Portanto, caso você tenha algumas dezenas (ou centenas) destes discos guardados no fundo do baú, faça um backup do conteúdo dessas preciosidades (Boot do DOS, Windows 3.11 e afins) e faça destas peças uma estilosa capinha para os seus CDs!
Via UberGizmo
Site: Techzine.com.br

Meu Pai Pintava Muito

Aqui veraneando com minha irmä me deparo com um quadro a óleo pintado pelo meu pai quando éramos crianças a muito tempo atrás ...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

FOTO BY GATTO - IMBE 2009

CORUJA EM IMBE

FOTO DO DIA

Que bicho estranho sera esse ?

SINAIS DE VIDA INTELIGENTE


“Somente em nossa galáxia, a Via Láctea, existem quatrocentos bilhões de estrelas. Se apenas uma em cada um milhão destas estrelas possuir planetas orbitando ao seu redor, se um a cada um milhão destes planetas possuir algum tipo de vida, e se em um a cada um milhão destes mundos existir vida inteligente, deverão então existir literalmente milhões de civilizações no Universo.”

Com estas palavras a personagem Eleanor Arroway, a Ellie, interpretada pela atriz Jodie Foster, inicia um dos filmes de maior sucesso sobre o tema da busca por vida extraterrestre da história de Hollywood. Contato lançado em 1997 e dirigido por Robert Zemeckis, se baseia em fato real e na mais arrojada aventura humana, o projeto SETI.
Surgido inicialmente como um programa governamental norte-americano, passou para a iniciativa privada após anos sem grandes resultados e agora busca parceria nos milhões de humanos aficcionados pelo tema.

O SETI tem um cronograma sério de pesquisa de civilizações extraterrestres, baseado em Ciência pura e, agora, em uma pitada de emoção. Afinal, especular sobre o que seria a maior descoberta da Humanidade não pode ser uma tarefa isenta de emoção, o componente humano que mais chama a atenção dos seres que nos visitam. Uma mensagem vinda de alienígenas é o que se espera como resultado dos esforços, mas o SETI quer chegar até ele com métodos científicos, e usa outros procedimentos para concluir sua pesquisa.
Fonte

Usando vultuosos investimentos em tecnologia e potentes antenas espaciais, os radioastrônomos buscam por algum sinal de inteligência através da amplidão do cosmos. Eu sinceramente nunca imaginei que o Projeto SETI teria algum sucesso, mas reconheço que sua premissa parece lógica. Se uma civilização qualquer evoluir ao ponto de criar equipamentos de radiofrequencia, é possível que estas ondas de radio vaguem pelo cosmos, como as nossas, podendo ser ouvidas em pontos distantes da nossa galáxia e quem sabe até chegando a outras.

Se isso estiver certo, chegará um dia em que encontraremos um sinal coerente, que será testado e verificado diversas vezes até se obter uma comprovação de que o sinal atende todas as prerrogativas de um legítimo sinal de tecnologia alien. E então, enfim, nossa cultura terrestre que se julga Filha única da imensidão infinita do cosmos sofrerá um enorme baque. Será talvez a última das grandes feridas narcísicas do Homem. Espero estar vivo para ver isso acontecer de fato.

Hoje dei uma olhada nos recados e o Marcão tinha me mandado uma interessante notícia:

LONDRES (Reuters) - Um inexplicado sinal de rádio do espaço poderia ser um contato de uma civilização alienígena, disse a revista New Scientist na quinta-feira.

O sinal, que veio de um ponto entre as constelações de Peixes e Áries, foi detectado três vezes por um radiotelescópio em Porto Rico.

A New Scientist disse que o sinal poderia ter sido gerado por um fenômeno astronômico previamente desconhecido ou até mesmo ser uma interferência do próprio telescópio.

Mas a misteriosa irradiação entusiasmou astrônomos em todo o mundo.

“Se eles puderam vê-lo quatro, cinco ou seis vezes, realmente começa a ficar empolgante”, disse Jocelyn Bell Burnell da Universidade de Bath, no oeste da Inglaterra, à revista.

O sinal foi transmitido na principal frequência em que o elemento mais comum do universo, o hidrogênio, absorve e emite energia, e na qual os astrônomos dizem ser o meio mais provável de alienígenas poderem avisar sobre sua presença.

(Por Alistair MacDonald)

Fonte

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

DANÇAR DE ROSTO COLADO




Não quero estar enganado, pois consulto apenas minha memória para escrever sobre o tema do título. Mas foi num programa na Rádio Guaíba AM, em 1982, que o Paulo Deniz (já nos deixou) estava apresentando – "Discorama", criação do saudoso Osmar Meletti – onde o tema foi levantado: por que não se dança mais de rosto colado? No estúdio, José Fontella e eu.

Paulo Deniz rodava no programa "Música Suave", com Roberto Carlos e aí, logo após a interpretação do "Rei", lembramos dos tempos dos bailes da Reitoria. Que bailes! E por que a gente não faz um baile lá reitoria para relembrar os velhos tempos? A idéia cresceu tanto que o baile saiu meses depois. Sucesso total, salão lotado, convites disputados até por telefonemas influentes.

Tivemos apelos assim: "Não posso ficar fora deste baile. Meu casamento saiu dali, depois de uma 'marca'(uma dança era uma 'marca') com minha atual esposa". Mas o importante desse evento que foi sendo divulgado por nós mesmos, ocorreu quando Norberto Baldauff e Renato Maciel de Sá reorganizaram seus conjuntos melódicos para a animação do baile. Era glória. Um Baile da Reitoria estava saindo do túnel do tempo para se cristalizar numa noite inesquecível.

A TV Guaíba transmitiu o baile e quando Edgar Pozzer atacou de "Al Di Lá, bem, aí, foi um arraso geral. O salão ficou pequeno porque todos os casais presentes foram dançar, rigorosamente, de rosto colado.

Nesta quinta-feira, dia 1º, o assunto voltou na mesma Rádio Guaíba, no meu programa matinal, quando, outra vez, lembramos (Vladimir Oliveira e eu) da falta que faz dançar de rosto colado e que nem mesmo se tinha mais os bailes de reveillon que sempre terminavam com um grito de carnaval.

Rosto colado é coisa que os jovens de hoje não conhecem como preliminares de um ato de sedução. Nesses bailes de antigamente (que palavra dolorosa!), os jovens rastreavam o salão em busca da garota ideal para iniciar um romance. Caso ela fosse localizada na mesa com os pais, nossas pernas tremiam. Uma cuba libre talvez fosse o combustível para encorajar o ato de atravessar o salão e chegar na mesa com o convite, formalíssimo, "vamos dançar?"

O "sim" dela poderia significar que também queria dançar, pois os olhos já tinham se cruzado num momento do baile, mas poderia ser apenas o "sim" formal para não dar um "cano" no rapaz audacioso. Neste último caso, a regra que a jovem aprendeu em casa com a mãe casamenteira, era dançar no máximo três para não significar que havia outro interesse a não ser o da boa educação.

No entanto, se "pintasse um clima" – ai, Jesus! – as danças se prolongariam por todo o baile e, na hora exata, os rostos se colavam e a sedução começava com uma conversa de ouvido. O ato de seduzir transformava-se numa enciclopédia romântica que valia até mentiras ingênuas.

Corta para 2009. Não há mais rosto colado, não há mais bailes, os conjuntos melódicos são apenas boas lembranças e os clubes estão fechando seus salões que tinham a sua boate para os jovens. O beijo roubado, quando as luzes diminuíam de intensidade, era, talvez, o único da noite. Hoje, as garotas ficam apostando quem beija mais garotos numa noite e vulgarizou-se o ato mais sublime de um início de conquista.

O baile funk, mais que uma reunião dos jovens de hoje, é um convescote de traficantes em busca de novos babacas para o início de uma vida de vícios. Vale o mesmo para a festa reive e os incidentes estão aí na imprensa para que o colunista não passe por um "velho recalcado".

A sedução transformou-se em agressão sexual, para ambos os lados. Sem crack, sem pó, sem baseado, não há sequer uma aproximação de pessoas de sexo diferente. Rosto colado nem mesmo quando o DJ aposta em algo lento para descansar os dedos. Não se dança mais, os requebros e os pulos substituíram os passos cadenciados. O barulho do bate-estaca acabou com o diálogo. Sem diálogo não há sedução, mas pode haver estupro.

Fim de papo. Está bem, somos velhos quando falamos em "rosto colado". Mas ninguém pode roubar de nossa memória um tempo mágico onde o cavalheirismo de uma dança fazia-nos flutuar por salões com pessoas especiais. E quem não dançou uma vez na vida de rosto colado não sabe o que perdeu.

Rogério Mendelski.

UM HD DE 2 TERABYTES ...


E lá se foram os tempos de HDs com 520 GB. Putz! Parece até estamos falando de um passado muito distante. Mas já estamos vendo por aí, novos HDs que serão lançados em breve já com nada menos e nada mais que 2 terabytes de espaço :o A Western Digital já informa que a barreira de 2TB já é passado e com objetivo de lançar o seu Green Prower 2000GB WD20EADS em breve, eles já virão 32MB de cache, e 8,9-milissegundos para busca.

É muito espaço para guardar um bocado de fotos vídeos, e até uns quatro sistemas operacionais (Windows XP, Vista, Kurumin e Solaris).

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

GAZA POR SARAMAGO


José de Sousa Saramago (Azinhaga, 16 de Novembro de 1922) é um escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e poeta português, galardoado em 1998 com o Nobel da Literatura. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago é considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.[1]

Nasceu na província do Ribatejo, no dia 16 de novembro, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, é membro do Partido Comunista Português e foi director do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado com a espanhola Pilar del Río, Saramago vive actualmente em Lanzarote, nas Ilhas Canárias.



22/12/2008

A sigla ONU, toda a gente o sabe, significa Organização das Nações
Unidas, isto é, à luz da realidade, nada ou muito pouco. Que o digam
os palestinos de Gaza a quem se lhes estão esgotando os alimentos, ou
que se esgotaram já, porque assim o impôs o bloqueio israelita,
decidido, pelos vistos, a condenar à fome as 750 mil pessoas ali
registadas como refugiados.

Nem pão têm já, a farinha acabou, e o azeite, as lentilhas e o açúcar
vão pelo mesmo caminho. Desde o dia 9 de Dezembro os camiões da
agência das Nações Unidas, carregados de alimentos, aguardam que o
exército israelita lhes permita a entrada na faixa de Gaza, uma
autorização uma vez mais negada ou que será retardada até ao último
desespero e à última exasperação dos palestinos famintos. Nações
Unidas? Unidas? Contando com a cumplicidade ou a cobardia
internacional, Israel ri-se de recomendações, decisões e protestos,
faz o que entende, quando o entende e como o entende. Vai ao ponto de
impedir a entrada de livros e instrumentos musicais como se se
tratasse de produtos que iriam pôr em risco a segurança de Israel. Se
o ridículo matasse não restaria de pé um único político ou um único
soldado israelita, esses especialistas em crueldade, esses doutorados
em desprezo que olham o mundo do alto da insolência que é a base da
sua educação. Compreendemos melhor o deus bíblico quando conhecemos os
seus seguidores. Jeová, ou Javé, ou como se lhe chame, é um deus
rancoroso e feroz que os israelitas mantêm permanentemente
actualizado.

ISRAEL
31/12/2008

Não é do melhor augúrio que o futuro presidente dos Estados Unidos
venha repetindo uma e outra vez, sem lhe tremer a voz, que manterá com
Israel a “relação especial” que liga os dois países, em particular o
apoio incondicional que a Casa Branca tem dispensado à política
repressiva (repressiva é dizer pouco) com que os governantes (e porque
não também os governados?) israelitas não têm feito outra coisa senão
martirizar por todos os modos e meios o povo palestino.

Se a Barack Obama não lhe repugna tomar o seu chá com verdugos e
criminosos de guerra, bom proveito lhe faça, mas não conte com a
aprovação da gente honesta. Outros presidentes colegas seus o fizeram
antes sem precisarem de outra justificação que a tal “relação
especial” com a qual se deu cobertura a quantas ignomínias foram
tramadas pelos dois países contra os direitos nacionais dos
palestinos.

Ao longo da campanha eleitoral Barack Obama, fosse por vivência
pessoal ou por estratégia política, soube dar de si mesmo a imagem de
um pai estremoso. Isso me leva a sugerir-lhe que conte esta noite uma
história às suas filhas antes de adormecerem, a história de um barco
que transportava quatro toneladas de medicamentos para acudir à
terrível situação sanitária da população de Gaza e que esse barco,
Dignidade era o seu nome, foi destruído por um ataque de forças navais
israelitas sob o pretexto de que não tinha autorização para atracar
nas suas costas (julgava eu, afinal ignorante, que as costas de Gaza
eram palestinas…) E não se surpreenda se uma das suas filhas, ou as
duas em coro, lhe disserem: “Não te canses, papá, já sabemos o que é
uma relação especial, chama-se cumplicidade no crime”.

DA SUÁSTICA PARA ESTRELA DE DAVI


Os bombardeios do nazi/sionismo contra Gaza e o povo palestino são assassinatos frios, premeditados e sem a menor preocupação com a dor, o sofrimento e os direitos de um povo, o palestino. Sionistas acham-se superiores, ungidos por Deus e detêm o controle de boa parte da economia mundial, logo, subjugam nações, governos e silenciam pessoas.

O que acontece em Gaza é um exercício de barbárie e não fica nada a dever às práticas hitleristas, pelo contrário, parece que o aprendizado nos campos de concentração aperfeiçoou o caráter boçal do sionismo. Estão usadas armas com tungstênio e fósforo que se acertam uma pessoa acima do abdômen não tem qualquer chance de sobrevivência.

No filme, o fator de controle e comando do estado nazi/sionista é o clero. Não difere do fundamentalista judeu que assassinou o primeiro ministro Rabin por ter aceito a paz. Nem de qualquer Edir, o Macedo, não importa que esse Edir, o Macedo, seja um grande pilantra, escroque. Começou com pão de nozes.

As religiões historicamente têm servido de pretexto para guerras e defesa de interesses econômicos. Pio XII, mais recentemente era aliado de Hitler e João Paulo II e Benedito XVI instrumentos do capitalismo neoliberal.

Os sionistas avocam a si a condição de perseguidos ao longo da história da humanidade e cobram juros de sangue e barbárie por isso. Como se fossem os únicos.

Assassinam, estupram, torturam em nome do direito de existirem, eliminando o outro. São bestas sanguinárias escoradas no poder da maior potência militar do mundo, os EUA.

Norte-americanos e ingleses (colônia européia dos EUA) recusaram-se a votar a proposta dos países árabes para o cessar fogo exigindo que o Hamas parasse de lançar foguetes caseiros sobre Israel. Legítima defesa só para os sionistas donos dos bancos e das grandes empresas que financiam campanhas políticas, inclusive a de Barak Obama.

Chamam isso de civilização. Sentem-se e procedem como “povo superior”. Tem os que se deixam encaçapar em trocas inocentes de bombons na sociedade foto montada e onde os banheiros têm sabonetes que eliminam "bactérias palestinas", "bactérias latinas", "bactérias africanas", etc.

São só assassinos, genocidas. Transformam humanos em massas inertes nos congestionamentos do ano novo e se estarrecem com os cachorrinhos perdidos nas estradas e o desespero dos donos. O dono desse pé na foto acima está longe, não importa. Não percebem que agem em todos os cantos do mundo e estendem suas garras e sua suástica em forma de estrela de davi para “curar” os inferiores do mal do “sentir emoções”.

São armas proibidas por convenções internacionais. A organização terrorista Casa Branca usou esse pretexto para invadir o Iraque. Na verdade a inteligência norte-americana “errou”. As armas não estavam em Bagdá, mas em Tel Aviv. E são usadas contra homens, mulheres, crianças indefesos da forma mais desumana e covarde possível, típica do nazi/sionismo.

O governo terrorista de Israel recusa-se a discutir o que quer que seja em termos de paz e insiste, com apoio da mídia podre, que não mostra as imagens da barbárie, em “justiçar” o Hamas. O partido palestino que governa Gaza eleito pelo voto direto num dos muitos acordos de paz com participação dos EUA não tem feito outra coisa ao longo da história que não se defender das constantes agressões nazi/sionistas. A GLOBO não diz isso e nem vai dizer. Sionistas são grandes credores da rede.

Os Marinhos vendem mães se for preciso for para sustentar o poder de mentir. Como qualquer Frias da vida em sua FOLHA DE SÃO PAULO, ou qualquer Civita em sua VEJA quantas mentiras.

Os feriados de fim de ano trocaram o horror do holocausto dos palestinos pelos congestionamentos nas estradas que dão acesso ao litoral brasileiro. Pessoas felizes da vida em longas extensões de automóveis, muitos da General Motors/Mortos, se dizendo dispostas a enfrentar o que fosse necessário para assistir a uma queima de fogos.

Há um filme simples chamado DOMINIUM cuja história se passa num país governado por um similar nazi/sionista, em que a emoção é doença. Amar é doença. Ser solidário é doença. Por onde quer que se vá lá está um aparelho de televisão mostrando as virtudes da frieza, da omissão. E uma droga que faz com que as pessoas deixem de sentir. Sentir emoções.

Esse papel é cumprido hoje pela mídia e os nazi/sionistas sabem disso. São grandes banqueiros, grandes empresários, sustentam-se do dinheiro das pessoas dominadas por tênis de marca, sanduíches dessa ou daquela rede e provavelmente já estão comprando em massa os perfumes com cheiro de hambúrgueres lançado por uma dessas redes do terrorismo capitalista.

Fonte: Pravda.ru

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Porto Alegre em JANEIRO . . .

CONFLITO EM ISRAEL


QUE MANEIRA DE UMA CRIANÇA COMEÇAR UM ANO DE PAZ !


Ao menos 42 palestinos, a maioria civis, foram mortos no domingo quando as tropas israelenses dispararam contra casas e contra o principal distrito comercial, segundo fontes médicas da agência Reuters.

Segundo anúncio oficial, um soldado israelense morreu na ofensiva terrestre. A morte aconteceu durante a entrada de tropas da infantaria israelense em território palestino.

É a primeira baixa israelense anunciada pelo serviço militar desde o início da operação por terra contra o Hamas na Faixa de Gaza, no sábado à noite. E a notícia vem logo após o governo dizer que muitos soldados não voltariam para casa após o conflito. Mais tarde, o presidente de Israel afirmou que o país não aceitará uma trégua em Gaza neste momento. Outros 32 israelenses ficaram feridos durante a ofensiva por terra, segundo Israel. Antes da invasão, quatro civis israelenses haviam morrido em decorrência de ataques com foguetes feitos pelo Hamas contra cidades israelenses.

Divisão de Gaza
Tropas de infantaria do Exército de Israel dividiram a Faixa de Gaza em duas zonas separadas neste domingo e cercaram sua maior cidade.

O avanço dos soldados teve a cobertura do poder de fogo de tanques, artilharia e aviação. Os militares israelenses já haviam avisado da estratégia de dividir o território, isolando a Cidade de Gaza no norte da área.


Foguetes

Desde o fim do cessar-fogo no meio de dezembro, o Hamas lançou mais de uma centena de foguetes em cidades israelenses. Neste domingo, seis pessoas ficaram feridas após 41 foguetes atingirem as cidades de Sderot e Ashdod. O Exército israelense comunicou neste domingo que matou um outro líder do grupo extremista, Husam Hamdan, responsável pela infraestruturas dos foguetes Qassam.

Ehud Olmert

O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, negou-se a parar a ofensiva militar em uma série de conversas por telefone e encontros mantidos neste domingo com dirigentes estrangeiros, anunciou sua assessoria. Olmert recebeu telefonemas dos presidentes russo, Dimitri Medvedev, e francês, Nicolas Sarkozy. Ele falou ainda com a chefe do governo alemão, Angela Merkel. Olmert disse a Medvedev que "Israel não pode interromper suas atividades militares antes de ter conseguido os objetivos fixados", informou a assessoria de imprensa do premiê em comunicado. "Esses objetivos podem ser conseguidos tanto com o emprego dos meios militares como através de medidas diplomáticas das quais a comunidade internacional deve se encarregar", acrescentou a nota.
Olmert teria dito a Sarkozy - a quem receberá nesta segunda-feira - que Israel "não busca reocupar a Faixa de Gaza" com suas operações contra o Hamas nesse território.
A Merkel, explicou que Israel tem "o dever de defender seus cidadãos". Além disso, o primeiro-ministro israelense se encontrou em Tel Aviv com o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. "Israel está determinado a prosseguir com a ofensiva militar até que cessem totalmente os ataques terroristas e que a calma volte ao sul do país", alvo dos disparos de foguetes palestinos, disse Olmert a Bloomberg.

PAZ NA TERRA AOS DE BOA VONTADE !

Fonte G1


domingo, 4 de janeiro de 2009

CUIDADOS COM O VERÃO

Evite tomar sol entre 11h e 17h (horário de verão), o sol em excesso pode ser muito prejudicial ao organismo, provocando desde queimaduras, manchas e alergias até câncer de pele. Mas o sol na medida certa pode ser bom para o tratamento de doenças de pele, como a psoríase, a dermatite e a seborréia.

Outra boa dica para se proteger do sol é refrescar-se na sombra de um guarda-sol, de uma barraca ou de uma árvore.
Não se esqueça de passar um protetor solar adequado para seu tipo de pele e de tomar bastante líquido.

Mesmo nos dias nublados use sempre filtro solar. Proteja sua pele em todas as atividades ao ar livre.

Cuidados especiais devem ser tomados com crianças de até 6 meses de idade: nada de sol sem protetor solar e muita sombra para eles.

Crianças de mais de 6 meses devem respeitar os horários e utilizar filtro solar 15 ou mais em todo corpo.

Fique atento aos sintomas de Câncer de pele:
Calombos brilhantes, avermelhados, castanhos, rosados ou de várias cores.
Pintas pretas ou castanhas que aumentam de tamanho.
Manchas ou feridas que coçam ou sangram.

Roupas leves no verão
No verão com calor forte é indicado o uso de roupas leves e simples como camisetas regatas, shorts ou vestidos. Utilize também chinelos, sandálias bem confortáveis e acessórios como bonés, chapéus, viseiras e óculos escuros que irão ajudar na proteção.

Bronzeadores e Protetores Solares
Independentemente do tipo da sua pele, você deve sempre usar um filtro solar adequado e utilizar estas dicas:

1. Passe o filtro pelo menos meia hora antes de se expor aos raios solares
2. A cada 2 horas faça uma nova aplicação do filtro solar.
3. Não esqueça de aplicar o filtro também nas mãos,orelhas, pálpebras e pés, que recebem a mesma incidência do sol.
4. Utilize também protetor labial e protetores para o cabelo para amenizar os efeitos da água do mar.

Evite manchas na pele
Não manuseie limão e laranja em contato com o sol, pois eles contém substâncias que provocam queimaduras com bolhas e manchas. Após saborear aquela deliciosa caipirinha lave bem as mão e a boca antes de se expor ao sol.

Insetos
Não se esqueça de levar na bagagem um bom repelente, de preferência natural, para que aqueles insetinhos insuportáveis não estraguem sua viagem.

Exercícios na praia
Exercícios na praia são uma prática muito saudável, mas comece devagar, sem exageros e faça alongamento antes pois a areia fofa pode provocar lesões.
Não se esqueça de ingerir bastante líquido e manter o corpo bem hidratado, pois sob sol forte o corpo transpira muito mais.

Andar descalço na praia
Ao andar descalço na praia cuidado com a areia quente e também com as doenças provocadas por larvas ou fungos que se escondem na areia. De preferência use um chinelo leve e confortável

Cuidados com o mar
Se você não conhece a praia não nade aonde o nível da água ultrapasse a altura do peito, para não ficar a mercê da ação das correntes.
Em dias de ondas fortes evite entrar no mar e procure praias mais abrigadas.
Caso a praia possua salva-vidas peça orientação sobre as condições do mar e os melhores lugares para banho.
Sempre respeite o mar e não ultrapasse seus limites.

Preservando a natureza
Por Denis Abessa

Você já deve ter sido informado sobre isso, talvez esteja até cansado, mas aqui vai um lembrete:
1- Não jogue lixo na praia. Também não enterre o lixo pois na próxima maré ele será descoberto pelas ondas. Mesmo pontas de cigarro não devem ser jogadas na areia (ou na água): elas contém inúmeras substâncias tóxicas para os organismos marinhos. Leve seu saquinho para depositar o lixo que produzir e depois leve-o embora com você até achar uma cesta de lixo.

2- Não jogue lixo nas ruas. O lixo acaba indo para o mar, ou pior, entope os bueiros e as galerias e provoca enchentes. No dia primeiro de 2000, vários turistas tiveram os carros danificados no Guarujá devido a enchentes causadas por bueiros entupidos.

3- Não destrua ou danifique a vegetação litorânea, tanto nas praias como nas trilhas.

4- Respeite a cultura local. Não tente introduzir novos elementos ou novos valores culturais nessas culturas, pois isso criaria uma crise de identidade na cabeça dessas pessoas, com conseqüências desastrosas para elas e suas respectivas culturas. Aproveite para conhecer um pouco sobre as particularidades de cada região, as belezas regionais dos povos de cada lugar. Um exemplo de destruição de uma cultura é o que foi feito com a cultura caiçara no litoral norte de São Paulo: os turistas "transformaram" o lugar numa Mini-Sampa, e impuseram sua cultura urbanóide sobre a caiçara. Hoje, muitos dos pescadores vivem bêbados e há muitos jovens tomando o caminho da droga. Triste destino para as pessoas que habitam uma das mais belas regiões do planeta.

5- Respeite os animais que vivem nos lugares que você vai visitar. Se estiver numa praia mais deserta, evite gritar se avistar algum animal. Aproveite a chance para observá-lo com mais atenção. Dirija mais lentamente e com mais atenção, para não atropelar nenhum animal, como macacos, gambás, tamanduás-mirins, capivaras e preguiças, freqüentemente vistos cruzando as pistas das rodovias litorâneas.

Temos certeza que se você seguir estas cinco dicas sua viagem será mais agradável e você estará contribuindo para que a natureza ainda esteja lá quando você voltar, ou para as outras pessoas que, como você, estão lá para curtir a natureza e relaxar um pouco.
Fonte Guia das Praias

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

PARA MIM ESSE É O TECLADO

O conjunto diNovo da Logitech chama a atenção pelo seu design exclusivo, pela diversidade de funções e pelo uso da tecnologia Bluetooth.
O teclado ultra-flat, possui teclas com design Zero Degree Tilt™, o que o torna super confortável. Segundo a própria Logitech, a diferença de uso deste teclado para os comuns é a mesma de se viajar na primeira classe.Possui vários botões programáveis que podem ser utilizados para acessar diretamente qualquer página de internet ou programa desejado. Possui também várias teclas com funções pré-definidas que permitem acesso direto a imagens, musicas, documentos e outros comandos comuns. O MediaPad não é apenas um teclado numérico destacado do teclado, mas sim uma central remota Bluetooth de comando. Com ele é possível comandar músicas, vídeo clips, fotos entre outros. Além da função de controle remoto, você poderá receber avisos de chegada de emails ou de mensagens do MS Messenger pelo display digital do MediaPad.Neste display de cristal líquido poderão ser visualizados os cálculos da calculadora que o MediaPad se transforma. Também pode-se visualizar a data e a hora, que são automaticamente sincronizados com o PC.Os programas que podem ter notificações visualizadas no MediaPad são:
Outlook Express
Outlook 2000, XP, 2003
Windows Messenger 4.7
MSN Instant Messenger (5.0, 6.0)
Windows Media Player 9
Windows Media Center 2002, 2004
Logitech Media Desktop

O mouse é o MX900 Bluetooth Optical Mouse com design anatômico. Possui sistema óptico de alta resolução e o exclusivo sistema Cruise Control. Este sistema combina dois botões com o botão de scroll, o que facilita a rolagem em documentos longos. Além disto possui dois botões que auxiliam em passar para a próxima ou para a página anterior.A recarga nas baterias é feita rapidamente através da base/hub.

A base do mouse, a Bluetooth Wireless Hub, é também um hub Bluetooth para sete unidades Bluetooth. As utilidades são grandes como:
Criação, envio e recebimento de mensagens entre o teclado e um celular com a tecnologia Bluetooth.
Sincronizar os dados do seu celular ou PDA Bluetooth com o PC.
Transferir arquivos entre o PC e os outros equipamentos móveis Bluetooth, inclusive imprimir arquivos em um impressora Bluetooth.
No pacote temos:
Logitech diNovo Keyboard
Logitech MX900 Cordless Optical Mouse Bluetooth
Logitech MediaPad
Bluetooth wireless hub/base
Fonte AC
2 pilhas AA de NiMH recarregáveis
6 pilhas AA alcalinas
CD com software e Users Guide
Quickstart Guide
O Windows 2000 e o Windows® XP são as duas versões suportadas pelo conjunto e é necessário que o Pc tenha uma porta USB disponível e um teclado PS/2 para uso durante o boot, se necessário.

Realmente um bom equipamento e com muitas utilidades. Infelizmente o preço o deixa fora do alcance de muitos de nós, pobres mortais tupiniquins. Nos Estados Unidos a média de preço é de US$ 200, o que convertido em moeda corrente multiplica este número várias vezes. Referências:www.logitech.com

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

LENTILHA DE ANO NOVO


Ingredientes

Categoria da Receita:
Entradas
Dificuldade de Preparo da Receita:
fácil
Temperatura da Receita:
quente
Rendimento da Receita:
8 porções
Tempo de preparo da Receita:
2 h e 30 min
  • • 2 xícaras (chá) de lentilha
  • • pimenta-do-reino a gosto
  • • 6 colheres (sopa) de azeite ou óleo
  • • 150 g de lingüiça fina
  • • 1 colher (chá) de manjerona
  • • sal a gosto
  • • 1 dente de alho amassado
  • • 5 colheres (sopa) de cebola ralada
  • • 3 litros de água

Preparo da Receita

Escolha a LENTILHA YOKI, lave bem em água corrente e deixe de molho em 3 litros de água de um dia para outro. Leve ao fogo em uma panela grande com a mesma água que ficou de molho, deixe cozinhar bem sem secar a água.
Lave a lingüiça e coloque em outra panela, cubra com água e deixe ferver um pouco. Leve ao fogo uma frigideira com azeite, deixe esquentar bem, junte a cebola, o alho previamente amassado com sal e MANJERONA KITANO e vá mexendo com uma colher de pau até ficar bem dourado.

Acrescente na lentilha cozida, junte a lingüiça com a água, deixe ferver bem até engrossar o caldo, mexendo de vez em quando para não queimar (fogo baixo). A consistência do caldo fica ao seu gosto.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

SIMPATIAS PARA O FINAL DE ANO



SEJA MUITO FELIZ EM 2009


Atrair ou manter um amor
Quem é casada e quer manter o relacionamento deve acender duas velas amarelas. Peça a Oxum - a deusa do amor, da fertilidade, da pureza e do ouro - estabilidade no relacionamento. Se for solteira, acenda uma, e peça para que apareça alguém especial em sua vida. Depois de acesa, derrame mel em volta da vela, coloque quatro búzios, quatro moedas de mesmo valor e oito ou dezesseis rosas amarelas. Para dar certo é preciso ficar na praia até a vela terminar de queimar.


Para o amor voltar
Escolha oito pedaços de fitas coloridas com 1 metro (todas devem ter cores diferentes, menos preto e vermelho). Olhe na direção do mar e coloque quatro fitas em cada ombro. Com os pés na água, despetale três rosas amarelas. Jogue as pétalas por cima da sua cabeça e deixe que elas caiam no mar. Solte então uma fita de cada vez na água e peça que Oxum traga de volta quem você ama.


Para ter sorte no amor
Pegue cinco ou oito rosas brancas (números de Iemanjá e Oxum), perfume de alfazema, fitas com as cores da harmonia (azul, amarelo, rosa, branco e verde), espelho, talco, sabonete e bijuterias. Forre uma cesta com celofane, amarre uma fita no cabo de uma flor e jogue um pouco de talco e de perfume por cima. Depois, coloque o espelho, o sabonete e as bijuterias na cesta e leve para o mar. Conte três ondas e, na quarta, ofereça a cesta à Iemanjá e a Oxum.


Para ter felicidade
Comece a usar, a partir do dia 28 de dezembro, um par de meias brancas novas. No quarto dia, coloque a meia do pé direito no sol. Depois atire-a longe -cuidado para ela não cair em nenhum lugar úmido. À meia-noite do dia 31 coloque a meia do pé esquerdo ao luar e depois jogue longe dizendo: “Minhas meias foram longe. Não têm teia, nem idade. Se elas se foram, porque se foram, virá a felicidade. Assim seja”.


Para afastar maus fluidos
Na beira do mar, com a água na altura da canela, derrame pipoca ao longo de seu corpo, da cabeça aos pés. Deixe que o mar leve a pipoca, que é um elemento do orixá Omolu, senhor da vida, da cura e da saúde.


Para ter paz, tranqüilidade e prosperidade
Misture pétalas de rosa branca, arroz cru e uma essência e passe pelo corpo. Olhando para o mar, reze pedindo paz e prosperidade para o ano que se aproxima. Tire os sapatos e entre no mar vestida com uma roupa branca. Dê três mergulhos e dê costas para a areia.


Para ter dinheiro o ano inteiro
Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champanhe. Reze para Iemanjá e para os orixás que têm força no mar. Conte sete ondas e jogue as flores no mar. Em seguida, coloque o conteúdo do champanhe e ofereça aos orixás. Lave as moedas com o perfume e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada como amuleto durante o ano.


Crendices e superstições de Ano Novo
Acredita-se que comer lentilha traz sorte, pois, como é um alimento que cresce, faz a pessoa crescer também;


Uma das simpatias mais comuns feitas no Ano Novo para atrair dinheiro é a da romã. Chupe sete sementes na noite de Réveillon, embrulhe todas num papel e guarde o pacotinho na carteira para ter dinheiro o ano inteiro;


O consumo de aves, como o peru e o frango, e o de caranguejo não é indicado na ceia de Ano Novo. Como esses animais ciscam ou andam para trás, acredita-se que quem comê-los regride na vida;


Guarde uma folha de louro na carteira durante o ano inteiro para ter sorte;


Coma três uvas à meia-noite, fazendo um pedido para cada uma delas;


Jogue moedas da rua para dentro de casa para atrair riqueza;


Dê três pulinhos com uma taça de champanhe na mão, sem derramar nenhuma gota, e jogue todo o champanhe para trás para deixar tudo o que for ruim no passado;


Passe as 12 badaladas em cima de uma cadeira ou banquinho e depois desça com o pé direito;
Pule num pé só (o direito), à meia-noite, para atrair coisas boas;


Não passe a virada do ano de bolsos vazios para não continuar o ano inteiro com eles vazios;
Coloque uma nota no sapato para chamar dinheiro;


No dia 31, faça uma boa limpeza na casa, varrendo-a de trás para frente. Coloque para fora todo lixo, objetos quebrados e lâmpadas queimadas. Não guarde as roupas do avesso;


Para evitar energias ruins, muitas pessoas lavam os batentes das portas com sal grosso e água e borrifam água benta nos quatro cantos da casa;


Na primeira noite do ano, use lençóis limpos;


À meia-noite, para ter sorte no amor, cumprimente em primeiro lugar uma pessoa do sexo oposto;


Quem pretende viajar bastante no ano que se aproxima, deve pegar uma mala vazia e dar uma volta dentro de casa;


Abra as portas e janelas da casa e deixe as luzes acesas;


O primeiro negócio do ano nunca deve ser fiado nem com pessoa pobre.



LENTILHAS: uma colher de sopa é suficiente para assegurar um ano inteiro de muita fatura à mesa. A origem desta superstição é italiana e foi trazida para o Brasil pelos imigrantes.
ROMÃS: para atrair dinheiro, coma sete partes, guardando as sementes na carteira.
BAGOS DE UVA: para os portugueses, comer 3, 7 ou a quantidade correspondente ao seu número de sorte garante prosperidade e fartura de alimentos. Para garantir também dinheiro, guarde as sementes na carteira ou na bolsa, até a troca do próximo Ano-Novo.
CARNE DE PORCO: deve ser o prato principal da ceia, servida à meia-noite. Como o porco fuça pra frente, garante armários cheios o ano todo. Evite o peru, que cisca para trás.
NOZES, AVELÃS, CASTANHAS E TÂMARAS: estas, trazidas para cá pelos imigrantes de origem árabe, são recomendadas para garantir fartura.


A MODA MUDA PRA DAR SORTE
CALCINHA OU CUECA NOVAS: Dão sorte no amor, porque deixam os mal-entendidos para trás. São recomendadas principalmente para quem está começando namoro, para garantir o futuro.
ROUPA BRANCA: é um hábito relativamente recente, trazido para o Brasil com a popularização das religiões africanas. O branco representa luz, pureza, bondade.
QUALQUER PEÇA AMARELA: pode ser uma peça íntima, um lenço, uma faixa ou um pequeno lacinho amarelo (que deve ficar sempre na sua bolsa). O amarelo representa o poder do ouro e, dizem, atrai dinheiro.
UMA NOTA DE DINHEIRO DENTRO DO SAPATO: os orientais dizem que a energia entra no nosso corpo pelos pés. Vai daí, o dinheiro no sapato atrai mais e mais riquezas.
LENÇÓIS NOVOS: a dica é especial para recém-casados. Dizem que os lençóis novos, na primeira noite de ano, deixam as possíveis ameaças do ano passado na máquina de lavar.


OS CUIDADOS COM A CASA
......A casa deverá ser limpa, varrendo-a de trás para frente, e o lixo deve ser deixado fora. As vassouras devem ser queimadas e as cinzas enterradas.
......Nada quebrado deve ser deixado na casa (jarros de planta, garrafas, copos, pratos e espelhos).
..... Lave os batentes da casa com sal grosso e água, ou água do mar.
......Borrife a casa com água-benta nos quatro cantos. O ideal é pintar toda a casa, colocar lâmpadas novas (não deixar lâmpadas queimadas).
......Verifique se os sapatos estão em ordem e se as roupas não estão pelo avesso.
......As flores da casa devem ser amarelas para chamar ouro.
......As portas e janelas das casas devem estar abertas e as luzes acesas.
......Tudo isso atrai boa sorte e bons fluidos no Ano Novo que vai chegar.


À MEIA NOITE, DEPOIS DOS ABRAÇOS.
PULAR SÓ COM O PÉ DIREITO: atrai boas coisas para a sua vida, pois, segundo a Bíblia, tudo que está à direita é bom.
JOGAR MOEDAS, da rua para dentro de casa. Atrai riqueza para todos que moram no lugar.
DAR TRÊS PULINHOS, com uma taça de champanhe na mão, sem derramar uma gota. Depois, jogar todo o champanhe para trás, de uma vez só, sem olhar. Deixa para trás tudo de ruim. Não se preocupe em molhar os outros: quem for atingido pelo champanhe terá sorte garantida o ano todo.
SUBIR NUM DEGRAU numa cadeira, enfim, em qualquer coisa num nível mais alto. Diz o folclore que isso dá impulso à sua vontade de subir na vida. Comece, é claro, com o pé direito.
FAZER BARULHO: Os povos antigos acreditavam que afugenta maus espíritos. Vale apito, batucada, bater panelas, desde que seja exatamente à meia-noite. Dizem que não há mal que resista.
ACENDER VELAS NA PRAIA ou jogar rosas nos espelhos de água, em intenção de Iemanjá. A deusa africana protege seus fiéis, com saúde, amor e dinheiro o ano todo, dia o candomblé. (CRUZ,89).
......Há ainda o costume de receber o Ano Novo, à meia-noite, com fogos de artifícios, sinos tocando e muita música.


PARA TER SAÚDE E DINHEIRO O ANO TODO
......Para ter paz, saúde, aumentar o dinheiro e preservar a harmonia no lar o ano todo, vale a simpatia das três rosas brancas.
......Pegue três rosas brancas, e coloque-as em um vaso virgem branco ou de vidro transparente. Coloque dentro dele seis moedas, uma cebolinha, água e deixe ficar assim durante sete dias.
......Depois dos sete dias, troque a água, tire a cebolinha e troque as rosas. Só deixe ficar as moedas.
..... Essa prática deve ser repetida de sete em sete dias, de preferência nas sextas-feiras, o ano todo.


PARA NUNCA FALTAR DINHEIRO
......Compre um lenço e na noite de 31 de dezembro, exatamente na hora da passagem do ano novo, molhe-o e coloque-o para secar. ......Antes de o sol nascer, recolha o lenço e amarre dentro dele alguns níqueis. Só abra esse embrulho na meia-noite do próximo 31 de dezembro. Daí para frente, nunca mais há de faltar dinheiro.


SUPERSTIÇÕES
......1 - Não passe o Ano Novo com os bolsos vazios.


......2 - Coma doze uvas verdes, à meia-noite do Ano Novo, para ter dinheiro em todos os meses do ano.


......3 - Guarde em lugar seguro, para ninguém achar, a tampa da garrafa de "champagne", que tenha feito muito barulho, usada na festa de Ano Novo, chama dinheiro.


......4 - Defume a casa, na véspera do Ano Novo, com um defumador feito com carvão, xerém e açúcar. Além de chamar sorte e dinheiro, tira, também, o azar do ano velho.


......5 - No dia de Reis (6 de janeiro), coloque três caroços de romã dentro da carteira, para ter dinheiro durante o Ano Novo.

domingo, 28 de dezembro de 2008

O DIA QUE RUSSOS ADMITIRAM OS OVNIS


No dia 18 de Junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária, com a presença de especialistas em OVNI´s, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. O moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de Viktor Savinikh, permanecera 77 dias no espaço, a bordo da estação Salyut-6 (de 12/3/81 a 14/5/81).
Kovalyonok respondeu a numerosas perguntas. Não causa surpresa e até está muito de acordo com a tradição soviética de guardar segredo, facto é que o general Beregovoy sempre se recusara a dar entrevistas oficiais sobre o assunto, agora, porém,, aquele carácter secreto do encontro parece ter sofrido um revisionismo do Kremlin e algumas fontes resolveram falar, embora nem todas se identifiquem. E a revelação que fizeram foi de chocar o mundo.
Trata-se simplesmente da história de um contacto imediato de segundo grau, que só não foi de terceiro porque o comando da missão terra, instruiu : NYET.
A Salyut-6 fez contacto com uma nave extraterrestre durante 4 dias (com interrupções), orbitaram juntas, a uma distância de 400 km de nosso planeta.
O evento envolveu cinco astronautas : Kovalyonok, Savinikh e três supostos extraterrestres a bordo do veículo desconhecido que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6 (que tinha 16 m de comprimento e parecia-se com uma "garrafa" ).
O veículo também não apresentava saliências como painéis solares, dos quais as espaçonaves terrestres costumam extrair energia. As duas naves encontraram-se a 14 de Maio de 1981, quase no fim da prolongada estadia dos dois astronautas russos.
Beregovoy esperava certamente novos contactos imediatos. Se houve, ele jamais revelou. Há boatos, porém, que teria havido um outro, com a Salyut-7 com a mesma ou outra nave extraterrestre.
Havia cerda de 200 pessoas no salão de conferências que é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões da cúpula. Entre elas, professores universitários, astrofísicos, vários membros do Centro Espacial, gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança armados, primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no auditório. Gravadores, cadernos, máquinas fotográficas etc...tiveram que ser deixados no vestíbulo. O encontro começou as 5 da tarde e durou quase duas horas.
Após uma breve introdução de. Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contacto." O filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade-Estrela", declara Aleksandr Kazantsev, cosmólogo, um dos presentes ao encontro.
O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave extraterrestre, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40 m.
Os dois astronautas estavam a trabalhar em experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmos, quando Kovalyonok observou um objecto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Eles ficaram algum tempo a observar o objecto, através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornar num filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava a acontecer. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave. Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o dia 14.05.81, o objecto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida.
De repente, ao acordarem, no dia seguinte, os dois astronautas viram a nave extraterrestre mais perto, a menos de 100 m de distância. Ela moveu-se sem usar jactos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis.. A esfera, mesmo de perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície suave, uniforme, prateada. A não ser aberturas. Os astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo, em três níveis, e, três cabeças de aparência humana atrás, respectivamente, de três portinholas. Cada portinhola era cerca de 6 vezes maior que a da Salyut-6. Mas, as outras janelas, eram menores com cerda de 45 cm de diâmetro. As cabeças pertenciam ao que pareciam ser seres humanos. Usavam capacetes leves, tipo capuzes apertados, tendo, assim, os rostos praticamente cobertos. Mas, três quartas partes das faces eram visíveis através de visores transparentes, tipo plásticos.Eles tinham sobrancelhas compridas e grossas e narizes retos, dignos de estátuas gregas.
O que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos - enormes, azuis, duas vezes maiores que os nossos- fixos neles, sem mostrar o menos sinal de emoção. Os traços eram bonitos, muito morenos. Lembravam homens hindus solenes. Mas nenhum músculo se mexia nos seus rostos. Tinham um ar de robôs.Seriam robôs então? Eis uma das muitas perguntas que os russos não sabem responder.
Mais tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como as criaturas se mostravam, sem dúvidas, amistosas, dispostas a entrar em comunicação, Kovalyonok pediu autorização à Terra para estabelecer contacto mais imediato.
Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas, tratando-se de contacto físico, o controle da missão respondeu com um irrevogável NYET.
Os cosmonautas estavam perfeitamente à vontade ante o comportamento muito humano dos estranhos, cuja nave mudava de posição frequentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegou a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar-lhe os movimentos, que pareciam, decididamente humanos, embora muito rígidos, mecânicos e artificiais.
Pouco mais tarde, seguindo um impulso, ele abriu um grande mapa celeste em frente a si mesmo. A carta mostrava nosso sistema solar no centro. O coração de Kovalyonok parou quando um dos outros passageiros puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu, distintamente, pela janela: tinha o nosso sistema solar num lado, e só mesmo astros marcados.
Não restava dúvidas que eles estavam equipados com os mapas de navegação de absoluta exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo polegar pára cima, e ,o estranho ser, sem sorrir, fez a mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou, como se quisesse mostrar sua manobrabilidade, a uma velocidade tal que parecia varrida dos céus. Na órbita seguinte, estava de volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma razão aparente. É possível que haja uma relação entre os intervalos decorridos e os pontos da Terra correspondentes.
Um membro da equipe do Gal.Beregovoy, que estava na reunião de 18.6.81 e vive nos EUA, é o matemático e especialista em computadores Boris Katznborgen. Ele conseguiu decifrar uma das mensagens extraterrestres.
Usando uma lanterna potente, Kovalyonok tentou primeiro comunicar em russo através de código Morde sinalizando :" Cosmonautas soviéticos, saúdam visitantes à Terra". Os estranhos não entenderam. Tentou então uma mensagem em Inglês: "Are you receiving us?", também em Morse. Nenhuma resposta.. Então ele tentou uma figura matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para UM, e sinalizou o número 101101.Logo depois veio um sinal luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok. Prova de que, pelo menos em matemática, nós falamos a mesma linguagem.
No dia seguinte, ELES saíram da nave e andaram pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa que dentro da nave.
Sua fonte de energia, seja qual for, é miniaturada porquanto invisível. É evidente que desenvolveram uma energia que não é nuclear nem térmica. Eles certamente venceram a gravidade e as forças gravitacionais , que mantêm o homem prisioneiro na Terra, desde que a vida surgiu neste planeta. Há uma massa de informações que o soviéticos querem analisar melhor.
No quarto dia a nave desapareceu. Por alguma razão, Kovalyonok e Savinikh haviam se acostumado àqueles estranhos silenciosos, anti emotivos, encontrados por acaso. Haviam sentido uma amizade subtil, jamais denotada em palavras ou gestos, mas parecida com a do filme de Spielberg "Contactos Imediatos do 3º Grau" .
Reportagem : Revista Manchete de 24 de Setembro de 1984.
Fonte: Projecto Sonda

A FARSA DA CHEGADA A LUA


No momento em que os Estados Unidos perdem o segundo de seus 5 ônibus espaciais (A Challenger explodiu no lançamento, em 28 de janeiro de 1986, e a Columbia se desintegrou durante a reentrada na atmosfera, em 1 de fevereiro de 2003, tendo restado em operação a Discovery, a Endeavour e a Atlantis), evidenciando o altíssimo risco envolvido nas missões ao espaço, é interessante se resgatar discussões inacabadas sobre a consistência e autenticidade das informações divulgadas pela NASA sobre o Programa Espacial norte-americano, mais especificamente as missões Apolo à Lua.

Desde que foram publicadas as primeiras imagens (fotografias e vídeos) da anunciada chegada do homem à Lua, na missão Apolo XI, em 20 de julho de 1969, muitas questões foram levantadas sobre a falta de coerência das informações oficiais. Estas indagações foram reforçadas pela análise do material publicado após as 5 missões subseqüentes. Ao longo dos últimos 30 anos, impossibilidades físicas para a ida do homem à Lua têm sido constatadas, e agregadas ao rol de interrogações que põem em dúvida a veracidade da conquista.

Apesar do solene desprezo que o governo americano e os grandes veículos de comunicação dedicam ao assunto, relegando-o ao patamar das teorias conspiratórias sobre OVNI's e extraterrestres, os questionamentos levantados são de tal forma intrigantes e contundentes que vale à pena conhecê-los e debatê-los.

Os pontos principais abordados nestes questionamentos estão sintetizados a seguir. Digitalizações de fotografias divulgadas pela NASA são apresentadas sempre que necessário, com o respectivo link para a página da Agência Espacial Americana onde estão publicadas.

Em decorrência da total inexistência de atmosfera, na superfície lunar não ocorre a formação de penumbras (não há difração da luz).Todo cientista ou astrônomo que já examinou a superfície da Lua por meio de telescópios adequados pôde constatar que apenas a superfície dos objetos (crateras e formações rochosas) banhada diretamente pela luz do Sol é visível. Quaisquer objetos que se situem em regiões de sombra estarão imersos em total escuridão. Isto significa que, se uma nave ou um astronauta na superfície da Lua fossem iluminados pela luz solar em incidência oblíqua (um Sol de início da manhã ou fim de tarde lunar), apenas metade - o lado voltado para o Sol - da nave ou do astronauta seriam visíveis, ficando o lado oposto completamente oculto. Em nenhuma das fotografias e filmes divulgados pela NASA nas 6 missões Apolo este fenômeno é observado. Em todas as imagens onde sombras estão presentes ocorre a formação de penumbras, sendo perfeitamente possível observar detalhes de objetos que se encontram fora da incidência direta da luz solar. Observe, por exemplo, "AS11-40-5850" (NASA), anunciada como sendo a primeira fotografia feita na superfície lunar, registrada por Armstrong pouco depois do pouso da miss‹o Apolo XI. A luz do Sol está incidindo por trás do Módulo, mas detalhes deste na sombra são perfeitamente visíveis. Em "AS11-40-5869" (NASA), o astronauta Edwin Aldrin deveria estar imerso em total escuridão.


Na Lua, a única fonte de luz é o Sol. Como em nenhuma das missões Apolo foram levados holofotes, refletores ou qualquer outra fonte de luz artificial, as sombras de todos os objetos fotografados ou filmados na superfície lunar deveriam, necessariamente, ser paralelas. Não é o que observa em muitos dos registros fotográficos divulgados.
Um exemplo clássico é a imagem registrada em "AP11-s69-40308" (NASA), que mostra a sombra dos astronautas Armstrgong e Aldrin não paralelas e com comprimentos diferentes. Pela análise das fotografias "AS11-40-5875" (NASA) e "AS11-40-5905" (NASA), que registram o mesmo local por ângulos diferentes, é possível observar que o terreno em volta da bandeira é perfeitamente plano, o que invalida a explicação dada por defensores da versão oficial de que o "fenômeno" foi causado por uma elevação do solo.


Observe a fotografia "AS17-146-22367<" (NASA), da missão Apolo XVII. Embora existam pegadas do astronauta em volta de todo o veículo lunar, não existem rastros dos pneus (isso fica perfeitamente evidente observando-se o pneu dianteiro direito). Além do veículo ser bem mais pesado que o astronauta, necessariamente deveria ter chegado lá com o astronauta o dirigindo, o que faria com que as marcas dos pneus fossem bem mais profundas que as pegadas. Uma amostra de como os rastros dos pneus deveriam estar visíveis pode ser observada em "AS17-134-20379" (NASA). A órbita da Lua ao redor da Terra tem uma particularidade interessante: a combinação de seus movimentos de rotação e translação faz com que a Lua tenha sempre o mesmo hemisfério voltado para aterra, ficando o hemisfério oposto permanentemente oculto para nós (daí a expressão "O lado escuro da Lua", título de um dos melhores discos da história do rock). Esta órbita peculiar tem, como decorrência, o fato de que a Terra é um astro com posição fixa no horizonte lunar. Se uma base vier a ser construída na Lua, a Terra, vista por uma janela, estará eternamente na mesma posição em relação ao horizonte. Esta exatidão astronômica não ocorre em fotos das missões à Lua. Na fotografia "AS17-137-20960" (NASA), por exemplo, a Terra possui uma elevação aproximada em relação ao horizonte de 16°. Como o cálculo de posicionamento dos astros em relação ao horizonte é dominado pelo homem já h‡ alguns séculos, e tem sido utilizado para determinação de horário e de posicionamento em circunavegações, é relativamente simples obter a real elevação da Terra em relação ao horizonte lunar em um determinado ponto da Lua. Dado que o local de pouso para a Apolo XVII foi divulgado como sendo de 20,2°N e 30,8°E (em coordenadas lunares), a terra deveria possuir uma elevação real em relação ao horizonte de aproximadamente 54°, um ângulo mais de três vezes maior que o registrado na imagem. A atmosfera, responsável pela difusão da luz solar, dá origem a dois fenômenos que ocorrem durante o dia na Terra: a coloração azul do céu e a impossibilidade de se ver as estrelas. Na Lua, que não possui atmosfera, o céu é visto permanentemente escuro e com estrelas (como nas noites terrestres), mesmo durante o dia lunar. Mais que isso: independente de o Sol estar presente, as estrelas devem ser vistas na Lua com uma intensidade jamais observada na Terra, visto que seus raios luminosos não sofrem difusão. Em todas as fotografias e filmes divulgados nas 6 missões Apolo, no entanto, não há uma única estrela presente além do Sol. Um céu estrelado seria uma garantia definitiva de autenticidade das imagens lunares, visto que cada fotografia ou filme deveria mostrar uma configuração de estrelas e constelações passível de verificação por meio dos mapas estelares já bem conhecidos por astrônomos. No entanto, como visto, nem mesmo o Sol ocupava a posição devida nas imagens das missões Apolo. Adicionalmente, seria de se esperar que astronautas na Lua fizessem comentários entusiasmados sobre o esplendor do céu lunar (como fez Iury Gagarin, em 12 de abril de 1961, na mais espontânea das frases célebres, "A Terra é azul"), o que não ocorreu em nenhuma das missões. A gravidade na Lua é 6 vezes menor que na Terra, e, portanto, qualquer objeto lá deverá pesar um sexto de seu peso de partida. Presumindo que os astronautas conseguissem, na Terra, dar saltos de meio metro de distância (o que é bastante factível, posto que os trajes espaciais das missões Apolo eram pouco volumosos), deveriam, na Lua, conseguir sem muito esforço realizar saltos de três metros de distância. De forma análoga, supondo que conseguissem realizar saltos de 25 centímetros de altura em gravidade nativa, deveriam conseguir se elevar um metro e meio em relação ao solo na Lua. Em filmes das missões Apolo divulgados, os saltos realizados pelos astronautas são impressionantemente semelhantes a saltos que fossem dados na Terra, tendo como única diferença a velocidade reduzida dos movimentos (câmara lenta). Analise, por exemplo, o vídeo "apo16" NASA . A principal proteção que os seres vivos na terra possuem contra as radiações nocivas provenientes do espaço não é, ao contrário do senso comum, a camada de ozônio ou a atmosfera terrestre (embora estas também possuam papel fundamental nesta defesa). Os pouco conhecidos Escudos de Van Allen, também referenciados como Cinturões de Radiação de Van Allen ("Van Allen Shields" / "Van Allen Radiation Belts"), filtram uma parcela substancialmente maior de radiações cósmicas que os dois primeiros. Com formatos semelhantes ao de uma casca de maçã - ou, para os mais familiarizados, às linhas de força de um campo magnético , os escudos de Van Allen constituem uma região do espaço com altíssima concentração de partículas radioativas, existentes graças ao campo magnético da Terra. Com altura mínima de 400 Km, sobre os pólos, e 1.200 Km sobre a linha do equador, delimitam a fronteira entre duas regiões de receptividades à existência de vida diametralmente opostas. Ao contrário do espaço interior aos escudos, que hospeda toda a vida na Terra, o espaço exterior - onde se situa a Lua - é de uma inospitalidade e agressividade absurdamente brutal. O espaço, nesta região, é altamente radioativo (intensa concentração de raios Gama e raios X, os mesmos emitidos pelo Urânio, Plutônio, Césio e outros materiais usados em artefatos atômicos). Em épocas de máxima atividade na superfície do Sol (elevado volume de labaredas solares, ou "solar flares"), a radioatividade no espaço exterior aos escudos pode atingir índices de 375 rem por dia (1 rem, ou roentgen equivalent mammal, expressa a quantidade de qualquer radiação ionizante que, absorvida por organismos vivos, equivale ao efeito biológico de 1 roentgen de raios X). A Agência Internacional de Energia Atômica determina, como dosagens seguras para exposição humana, o limite de 0,1 rem por ano, admitindo um máximo de 0,5 rem em um único ano, desde que a dosagem média em 5 anos contíguos não exceda o limite de 0,1 rem. O Sol passa por períodos alternados de máximos e mínimos volumes de atividades com um intervalo de 11,2 anos, e um pico de atividade solar se registrou justamente no ano de 1970. Ou seja, os astronautas das missões Apolo teriam sido submetidos a índices de radiação de 375 rem por dia, quando o limite aceitável para os humanos normais é de 0,5 rem por ano! Sob tais condições, nenhum ser vivo resistiria a algumas poucas horas de viagem além dos escudos de Van Allen, mesmo que protegido no interior de naves espaciais. Os astronautas lunares nem ao menos foram afetados por câncer, leucemia ou queimaduras, nem há registro de ocorrências de náuseas ou vômitos. Outra constatação interessante: além dos 21 afortunados cidadãos americanos que foram enviados à Lua (em 6 missões divulgadas como bem sucedidas, além da problemática Apolo XIII, cada uma com 3 tripulantes a bordo), nenhum outro ser vivo jamais ultrapassou os limites dos cinturões de radiação de Van Allen até hoje, aí incluídos os heróicos e sempre desbravadores cachorros, macacos e organismos microscópicos. Todas as missões dos ônibus espaciais realizadas até hoje se mantiveram, prudentemente, à altitude segura de cerca de 300 Km, mesma região orbital das estações Skylab, MIR, da Estação Orbital Internacional e até do telescópio Hubble. Ressalte-se que a Lua fica a mais 350.000 Km da Terra! Outra característica do espaço exterior ao escudo de Van Allen extremamente agressiva à presença devida é a impressionante diferença de temperatura entre uma superfície que esteja exposta e outra protegida da incidência de raios solares. Uma nave estática no espaço terá sua superfície exposta ao Sol submetida a temperaturas de 115°C,enquanto o lado que permanecer na sombra enfrentará -160°C. Por este motivo, todas as sondas espaciais não tripuladas já enviadas ao espaço para vôos sem retorno foram projetadas para girarem em torno de seu próprio eixo, de modo a alternarem constantemente as superfícies expostas ao Sol e à sombra. Para que qualquer veículo espacial venha a permanecer em segurança no solo de um outro planeta, ou mesmo na Lua, é necessário que possua algum mecanismo que lhe permita, mesmo pousado, manter toda a sua estrutura em movimento giratório. Alternativamente, deverá possuir uma fuselagem que resista às estúpidas variações de temperatura ambiente. A mesma exigência de rotação constante ou elevada capacidade de isolamento térmico se aplica aos astronautas e seus trajes. Nas missões Apolo, absolutamente nenhuma proteção contra as violentas variações de temperatura (115°C no peito de um astronauta que estivesse de frente para o sol, contra -160°C em suas costas) são constatadas. Outra observação importante relativa às variações de temperatura: até os dias atuais, nenhum fabricante de equipamentos fotográficos ou de vídeo anunciou câmeras ou filmes (películas) que tivessem capacidade de operar em condições tão adversas. Nas missões Apolo, as câmeras eram acopladas ao peito dos astronautas, externamente aos trajes espaciais (que, por si só, não dispunham de proteção térmica efetiva conhecida). Todas as fotografias e vídeos divulgados pela NASA, sob esta perspectiva, n‹o poderiam ter sido obtidas na Lua. O Módulo Lunar ocupa um lugar de destaque nas dúvidas quanto à veracidade dos pousos na Lua, e não apenas pela sua incapacidade de proteger seus ocupantes da radioatividade ou de resistir às variações de temperatura na superfície lunar. As operações de pouso e decolagem na Lua merecem ser cuidadosamente analisadas. Antes que sejam abordadas as incoerências deste componente da Missão, impressione-se com sua "robustez", na fotografia em close disponível em "AS17-134-20463" (NASA). O Módulo dá a impressão de ter sido montado com tubos metálicos, lona plástica e finas camadas de lata. Ao contrário do que as imagens e animações sempre divulgadas sobre as anunciadas chegadas e partidas da Lua dão a entender, apenas por obra e graça Divina o Módulo Lunar conseguiria flutuar tranqüilamente até quase tocar na superfície, sendo necessários apenas uns poucos e sutis sopros de turbina para que um pouso suave e perfeito ocorresse. Um pouso na Lua é, na realidade, uma completa queda livre. Consideradas a força de gravidade e a altura do campo gravitacional da Lua, o impacto no solo deveria ocorrer com uma velocidade próxima dos 2,38 Km/s (velocidade de escape do campo gravitacional da Lua), aproximadamente 8.500 Km/h! Esta velocidade final de queda teria que ser completamente compensada pelo jato constante e de alta potência gerado pela turbina do Módulo. De forma análoga, o Módulo Lunar deveria decolar do solo e vencer todo o campo gravitacional da Lua graças ao empuxo que fosse gerado por sua turbina. Ressalte-se, ainda, que os Módulos Lunares pesavam (na Terra), segundo a NASA, 14.515 Kg nos três primeiros pousos e 16.330 Kg nos três últimos. Apenas para reforçar o entendimento da dinâmica envolvida na alunissagem: caso não houvesse um constante e poderoso empuxo de turbina para controlar a descida, o Módulo Lunar seria um objeto sólido com peso lunar superior a 2,5 toneladas atingindo a superfície a mais de 8 mil kilômetros por hora! Dessa constatação, duas observações podem ser feitas: (i) nos filmes que registram, de dentro do Módulo Lunar, os pousos e decolagens na Lua das missões Apolo, não se ouve absolutamente nenhum ruído de fundo e nem se observam trepidações. Os astronautas narram, sob o mais absoluto silêncio e estabilidade da câmara, os procedimentos de descida ou decolagem (confira em apo16_salute.mpg). Dadas as dimensões reduzidas do Módulo, o ensurdecedor rugir de uma turbina deveria impedir qualquer tripulante de ouvir até mesmo sua própria voz; e (ii) tanto um pouso quanto uma decolagem da Lua deveriam causar uma severa perturbação nas rochas e areia situadas nas proximidades do ponto de contato. Uma cratera deveria ser perfeitamente visível sob o centro do Módulo, o que não ocorre em nenhuma das imagens divulgadas. Veja, por exemplo, a fotografia "AS11-40-5872" (NASA), na qual a extremidade da turbina pode ser vista, e o solo imediatamente sob ela demonstra nunca ter sido perturbado. Após o pouso, o Módulo deveria ter areia acumulada sobre os quatro discos de apoio no solo, bem como sobre todas as reentrâncias horizontais existentes em praticamente toda a superfície do Módulo. O que se verifica, no entanto, é um Módulo Lunar absolutamente limpo e reluzente após o pouso. Constate em "AS11-40-5917" (NASA). Por fim, a patética fantasia divulgada pela NASA de que "a primeira pegada do homem na Lua permanecerá lá indefinidamente" é infundada, visto que o robusto empuxo da turbina durante a decolagem certamente causaria a remoção de quaisquer marcas no solo próximo ao ponto de partida. Há outro problema ainda mais sério no Módulo Lunar, relacionado à sua dinâmica de vôo. O Módulo possui um desenho completamente disforme e assimétrico, com uma única turbina propulsora de 15.000 N (3.500 lb) de empuxo instalada verticalmente no ponto central de sua base (havia também, 4 conjuntos de 4 pequenas turbinas, para as manobras de acoplagem com o Módulo Orbital Lunar, onde permanecia o terceiro astronauta da missão). Para que o Módulo possa efetuar um vôo ascendente ou descendente estável, é absolutamente imprescindível que o centro de gravidade do Módulo esteja perfeitamente alinhado com o eixo da turbina. Qualquer deslocamento milimétrico que haja entre o centro de gravidade e o eixo da turbina fará com que o Módulo perca a estabilidade do vôo e passe a desenvolver "cambalhotas", como alguns fogos de artifício (que usam exatamente o princípio de centro de gravidade deslocado em relação ao eixo da propulsão), até o impacto descontrolado com o solo. Este alinhamento tênue no Módulo poderia ser comprometido até pelos movimentos de um tripulante em seu interior ou pela redistribuição do peso do combustível em decorrência da queima, e certamente não resistiria às mudanças de peso na carga antes e depois do pouso, causadas pelo abandono do veículo lunar e outros equipamentos, e carga de pedras para transporte à Terra. Por oportuno, observe uma fotografia em close do Jipe lunar, em "AS17-134-20477" (NASA), e tente imaginar como ele poderia ter sido transportado - mantendo a estabilidade do conjunto - pelo esquálido Módulo Lunar. Para que o Módulo Lunar pudesse ter um equilíbrio estável, deveria possuir no mínimo três turbinas (ou três "pontos de apoio" em vôo), formando um triângulo equilátero, e o mais distante possível umas das outras. Mesmo em foguetes, nos quais o centro de gravidade é perfeitamente alinhado com o eixo de propulsão devido à sua simetria e formato longilíneo, é comum a adoção de três ou mais fontes propulsoras. Observe, por exemplo, o foguete brasileiro VLS (Veículo Lançador de Satélites, que até hoje n‹o realizou um único vôo bem sucedido), com 4 turbinas, ou o francês Ariane 4, com 6 pontos de propulsão. Ao longo dos anos 50 e 60, norte-americanos e russos efetuaram dezenas de testes de lançamento de foguetes não tripulados, até que adquirissem a experiência e segurança necessária para enviar homens ao espaço. Ainda assim, acidentes com mortes ocorreram em ambos os programas espaciais. Partindo do pressuposto de que os Módulos Lunares pudessem voar de forma controlada com uma única turbina, é intrigante saber que eles nunca foram submetidos a nenhum teste de v™o na terra. O anunciado pouso da missão Apolo XI na Lua teria sido não só a primeira experiência de vôo do Módulo Lunar, como também o primeiro pouso de uma nave espacial utilizando propulsão própria (em todos os retornos de missões espaciais à terra já realizados até hoje, sempre foi utilizada a atmosfera terrestre para frear a queda livre, seja através de pára-quedas ou de asas para provocar o efeito de planagem)! A menos que as leis da física não se apliquem à Lua, as imagens divulgadas pela NASA sobre as decolagens dos Módulos lunares são de uma falta de verossimilhança estarrecedora. Observe, por exemplo, o vídeo "apo15i", no qual ocorre uma pequena explosão sob o Módulo que o leva a, milagrosamente, iniciar um movimento de levitação. Novamente pressupondo que o Módulo Lunar pudesse se manter em vôo controlado, uma decolagem real da Lua deveria, necessariamente, apresentar as mesmas características das decolagens verticais que estamos habituados a ver aqui na Terra: igni‹o dos propulsores, seguido do devastador deslocamento de partículas sob a nave em decorrência do potente empuxo gerado, e, só aí, o lento início do movimento de subida, com a velocidade aumentando progressivamente à medida em que a nave fosse ganhando altitude. Muitos pesquisadores buscaram maiores detalhes construtivos do Módulo Lunar, para compreender como foi possível acondicionar, naquele espaço reduzido, a turbina de propuls‹o, ambiente vital para dois tripulantes, câmara de descompressão, tanques para combustível suficiente ˆs complexas opera›es de pouso e decolagem, e compartimento de carga. Observe duas fotografias com o Módulo quase completamente visível, "AS11-40-5873" (NASA) e "AS11-40-5872" (NASA). No entanto, a companhia contratada pela NASA para desenvolvê-lo, a "Grumman Aircraft Corporation", informou que todos os desenhos e plantas originais utilizados na construção, verdadeiros documentos históricos, simplesmente se perderam com o passar dos anos! Os próprios defensores da versão oficial sugerem que os americanos apontem as poderosas lentes do telescópio Hubble (também ele em órbita de aproximadamente 300 Km de altitude) para a Lua, com objetivo de registrar imagens dos equipamentos presumidamente deixados pelas missões Apolo. Isto geraria provas definitivas da veracidade das missões, pondo fim às incômodas e embaraçosas desconfianças. A NASA alega que o reflexo do Sol na superfície lunar poderia danificar o telescópio. No entanto, fotografias da Lua registradas pelo Hubble podem ser encontradas no próprio site oficial do telescópio. Os ônibus espaciais já realizaram 113 missões ao espaço, incluindo os fatídicos últimos vôos da Challenger e da Columbia. Será que ninguém nunca se perguntou por que eles nunca prosseguiram até a lua, se isso é perfeitamente possível pelo aspecto técnico? Os colossais foguetes Saturno, em cuja extremidade superior ficava as naves Apolo, tinham como único objetivo escapar da atração gravitacional da Terra. Isso os ônibus espaciais já fazem. Vencida esta barreira, as naves Apolo teoricamente voavam por inércia até a Lua, o que também é passível de realização pelos ônibus espaciais. Por fim, as Apolo permaneciam em órbita lunar, com um dos tripulantes a bordo, enquanto os raquíticos Módulos Lunares desciam à superfície com os outros dois. Os ônibus espaciais também poderiam permanecer em órbita lunar, e têm espaço disponível para transportar com folga até dois Módulos Lunares das missões Apolo. A União Soviética sempre teve um programa espacial mais avançado que o dos Estados Unidos, pelo menos até a derrocada econômica dos anos 70. Foram os primeiros a por um satélite artificial em órbita, o Sputnik I, em 4 de outubro de 1957; colocaram um astronauta em órbita, Iury Gagarin, também antes dos Estados Unidos, em 12 de abril de 1961; e o primeiro passeio de um astronauta no espaço também foi soviético, realizado por Alexi Leonov, tripulante da nave Voskhod 2, em 18 de março de 1965. Por que, ent‹o, nunca realizaram a consagradora viagem ˆ Lua, que coroaria mais de uma década de programa espacial? Ë medida em que mais informações sobre as dificuldades de se colocar um ser humano na Lua vão sendo divulgadas, maior é o número de pessoas que põem em dúvida a capacidade dos Estados Unidos ou da União Soviética terem realizado este feito com a tecnologia quase artesanal do final dos anos 60. Outra história tem ganho força para explicar os fatos daquela época: as naves Apolo permaneciam em órbita terrestre segura (no interior dos escudos de Van Allen), durante o tempo que a missão durasse, transmitindo informações, fotografias e filmes previamente elaborados em estúdios e em laboratórios pela NASA. Além dos astronautas, poucas pessoas no comando da missão teriam conhecimento do que realmente Assine E-mail SAC Canais ocorria. Sob essa lógica, até o "incidente" da Apolo XIII teria sido simulado, como forma de voltar a atrair a atenção da opinião pública para as então desinteressantes missões à Lua. A motivação da NASA para tudo isso? impedir a morte do programa espacial americano, ao anunciar que, apesar do que o herói nacional John F. Kennedy vaticinara no início dos anos 60, e dos muitos milhões de dólares despejados no projeto, não teria tecnologia suficiente para a levar o homem à Lua. A "Conquista da Lua", em contrapartida, garantiu a continuidade da destinação de verbas vultosas à Agência Espacial Americana, pois seria antipatriótico para qualquer parlamentar contestar programa tão heróico e exitoso. Os defensores não-oficiais (visto que as autoridades americanas não se pronunciam) da versão que é ensinada nas escolas não apresentam respostas às questões enumeradas acima, mas utilizam um contra-argumento: se de fato tudo não passasse de uma farsa, não teria o inimigo soviético denunciado com todo o estardalhaço possível? Também nesse caso, uma análise histórica é bastante elucidativa. Desde o fim da segunda grande guerra, os norte-americanos e os soviéticos sempre empreenderam uma corrida em busca da primazia bélica e espacial, com projetos e pesquisas concorrentes e acusações mútuas de espionagem como tônica do relacionamento entre as duas nações. A "chegada" dos norte-americanos à Lua coincidiu com uma mudança significativa neste relacionamento: (i) em 26 de maio de 1972, após dois anos e meio de negociações iniciadas, sintomaticamente, em novembro de 1969, os presidentes Richard Nixon e Leonid Brezhnev assinaram o tratado de não proliferação de armas nucleares SALT I (Strategic Arms Limitation Talks), num gesto que surpreendeu o mundo, dada a agressividade reinante entre os dois países ao longo dos anos 60, no auge da guerra fria. O acordo foi extremamente benéfico à já combalida economia da União Soviética, pois lhe permitiu reduzir substancialmente a sangria de recursos financeiros para fins bélicos; (ii) durante os anos 70, enquanto os norte-americanos investiam no desenvolvimento das naves reutilizáveis (os atuais ônibus espaciais), o programa espacial soviético esteve praticamente paralisado. Na década de 80, já com as naves americanas realizando vôos tripulados bem sucedidos, os russos novamente surpreenderam a todos quando apresentaram o seu "próprio" ônibus espacial: o "Buran", uma réplica fidelíssima do projeto americano. Não houve acusações de espionagem nem pedidos de explicações por parte dos Estados Unidos; (iii) também nos anos 80, os dois países desenvolveram projetos paralelos de estações espaciais, o Skylab americano e a MIR soviética. Esta última possuía, inclusive, escotilhas de acoplagem compatíveis com as espaçonaves americanas, que por várias vezes aportaram na MIR para confraternizações. Um fato parece ser inquestionável: mesmo em pleno ano de 2003, quase 34 anos após a "façanha" americana, quando o foco das discussões sobre conquistas espaciais gira em torno de viagens tripuladas a Marte, nosso estágio tecnológico ainda não nos permite suplantar as intempéries do espaço sideral e por em segurança um ser humano na superfície lunar.

AVANÇO DA MEDICINA

Um estudo da Universidade de Michigan divulgou a criação de uma medula óssea em tubo de ensaio. Foi utilizada uma estrutura em três dimensões que simula os tecidos que dão suporte à medula no corpo humano. Com isso se criaram células brancas e vermelhas.
Este avanço poderá ser extraordinário para o estudo do sistema imune e na produção de sangue para transfusões. Esta medula artificial simula duas das funções da original: replicar células-tronco que dão origem a células sanguíneas e produzir linfócitos B, importantes na produção de anticorpos.
A quimioterapia pode suprimir a medula óssea de uma pessoa, por isso a medula artificial pode ser usada no estudo das consequências do uso de novos quimioterápicos antes que os testes em humanos sejam iniciados.
A estrutura utilizada para simular os tecidos que dão suporte à medula foi feita do zero, pois não existe um material tão fiel ao tecido humano. Até os poros e suas diferentes profundidades foram reproduzidas. Para demostrar a nova descoberta os pesquisadores demonstraram a resposta da medula artificial a um vírus da gripe. O resultado foi muito parecido com o que acontece no corpo humano.
Para determinar se a substância se comportaria como uma medula real, eles a implantaram em um rato com deficiência imune. Ele passou a produzir células imunológicas e vasos sanguíneos cresceram através da substância.
Esta descoberta poderá também ser determinante na criação de sangue artificial, que acabará com o problema de diversos bancos de sangue e hospitais.
Fonte: Science Daily